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Séries de Novembro

Novembro foi bem doce pra mim quando o assunto é SÉRIES. Melhor vício hobby já inventado pela humanidade, concordam? Eu sou do time de maratoneiros assumidos.

O fato é que novembro foi um mês bem corrido, mas o saldo de séries assistidas me surpreendeu e eu vou compartilhar aqui um resumo das minhas impressões sobre as séries vistas durante esse mês!

SÉRIES COMPLETAS

  1. The Get Down (1 temporada, 6 episódios)
    Primeira série do mês. São apenas 6 episódios com duração média de 1h. Por um lado, a série me surpreendeu com a variedade de temáticas abordadas além da principal: política, grafite, outros estilos musicais (inclusive gospel) e diversidade sexual, que foi abordada natural e delicadamente.  O Jaden Smith arrasou muito na atuação. ? Por outro lado, como fui com sede demais ao pote, esperava mais da série. Não sei explicar exatamente o quê. Gostei bastante, mas a minha sensação é que faltou um temperinho. Nota 8,5.

                                             the-get-down

  2. Black Mirror (3 temporadas, 13 episódios)
    MEU POVO, QUE SÉRIE É ESSA? ? ? O primeiro episódio é de dar náuseas e, assim como outros, retrata bem a realidade na qual estamos inseridos. Não sobre o ponto de vista do avanço tecnológico meio The Jetsons – ainda, mas do que a humanidade tem de mais cruel e podre dentro de si. A maldade, o egoísmo, a ganância e por aí vai. Como a série conta uma história a cada episódio, eles não seguem um padrão muito rígido de duração; variam de 40 a 90min.  Estes são os preferidos, com breves comentários (evitando soltar spoiler pra quem ainda não viu):

    • The Entire History of You (1ª temporada)
      Esse do gif abaixo, cujo tema gira em torno de traição. Suas memórias todas são registradas em um dispositivo e podem ser acessadas e vistas facilmente, inclusive, por terceiros. Imaginou a treta?
    • White Bear (2ª temporada)
      Além da crueldade “justificada” pela justiça, o episódio grita sobre a espetacularização da vida através das telas de smartphone e a consequente inércia humana que isso tem causado.
    • Hated in the Nation (3ª temporada)
      Até onde o ódio espalhado nas redes sociais vai nos levar? A mesma “maldade pela maldade” potencialidade pelo mundo virtual que também é vista nos episódios The National Anthem (1ª) e  Shut Up and Dance (3ª).Nota 9,8 só porque achei San Junipero (3ª) o episódio mais morgadinho e destoante dos demais e Fifteen Million Merits (1ª) o mais chatinho.

      black-mirror

      The Entire History of You

  3. Master of None (1 temporada, 10 episódios)
    Série leve e divertida sobre a vida comum de um jovem-adulto-descendente-de-indiano em Nova York, em episódios curtinhos (30min).  Eu diria que a série é despretensiosamente muito boa, abordando diversos temas do cotidiano que vão de camisinha rasgada no primeiro encontro a direitos dos idosos. Tudo isso em paralelo aos desafios profissionais e pessoais enfrentados por ele, do mesmo jeitinho que acontece com a gente. Um outro fato que me chamou a atenção sobre a série é que ela foi criada, produzida e protagonizada por Aziz Ansari. Virei fã ?. Nota 9.

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  4. Stranger Things (1 temporada, 8 episódios)
    Evitei um pouco essa série devido a todo o furor que ela causou na internet, assim como evitei GoT até hoje. ? Mas dei uma chance a ela bem mais rápido que a GoT, obviamente. A memória curta não me permitiu ver claramente as referências dos anos 80 (a atmosfera é óbvia!),  mas isso não impediu que a série caísse no meu gosto. Adoro produções juvenis (YA) e a combinação de suspense, ficção científica e drama é maravilhosa.  Os episódios tem duração média de 50min. Aplausos para a atuação de  Winona Ryder e, claro, Millie Bobby Brown. Nota 9.

                                                                 stranger-things

SÉRIES VISTAS PARCIALMENTE

Além das séries acima, das quais vi todos os episódios disponíveis, vi ainda em novembro:

  1. Unbreakable Kimmy Schmidt
    A série tem 2 temporadas de 13 episódios cada. Vi os 3 últimos da segunda temporada em novembro. Comédia leve, naquele estilo bem pastelão-americano, em episódios de aproximadamente 30min. Na minha opinião, o personagem Titus brilha mais que a própria Kimmy e, possivelmente foi ele que me prendeu à série. A Kimmy é mais bobona, característica imposta pela própria narrativa na qual está inserida. Nota 7,5.
  2. Designated Survivor
    A primeira temporada foi lançada recentemente na TV e a Netflix está adicionando os episódios um a um. Apesar de não gostar muito da política na vida real, o tema me fisgou na série House of Cards e acabei gostando muito de Designated Survivor também. Nela,  Tanto que não aguentei a “demora” da Netflix, que ainda está no quarto episódio, e já baixei e vi até o sétimo. Ansiosa pelo desfecho da história. Até agora, nota 9.
  3. Reign
    É uma série de ficção histórica beeem YA, talvez mais que Stranger Things. Foram lançadas 3 temporadas desde 2013 (as duas primeiras com 22 episódios e a terceira com 18) e a próxima está prevista para 2017. Em 3 dias, já na reta final do mês, vi 12 episódios da trama juvenil ambientada no século XVI. Romances, figurino e trilha sonora foram feitos para atingir o público jovem. Já ouvi dizer que o nível cai bastante na terceira temporada, mas até agora estou envolvida. Então, por enquanto, nota 8,5.
  4. Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.
    Mais uma série em andamento. Estou acompanhando a quarta temporada e vi os dois episódios que saíram em Novembro (6º e 7º). Não é uma das melhores produções da Marvel, mas eu também não sou muito exigente quando gosto da temática. E confesso que sou marvelmaníaca! ? A temporada atual conta com a presença do motoqueiro fantasma: latino, sombrio e sedutor. ¡Me gusta! Entre os altos e baixos e plot twits, nota 8,5.
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    E assim foi o meu mês de Novembro! UFA! ? Acompanha alguma dessas séries? Deixa sua opinião ou comentário pra gente bater um papo!
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Shiseido e Microsoft criando o milagre do TeleBeauty

Telebeauty

A tecnologia facilita a nossa vida por um lado, mas traz novos problemas por outro. Nada é perfeito, não é? É assim que as videochamadas de Facetime, Google Hangouts,Skype e outros aplicativos atuam: deixam a gente feliz por poder ver os parentes, matar um pouco da saudade do namorado que está distante e trabalhar remotamente via conferência; e triste por ter que mostrar o rosto sem maquiagem, daquele jeito que ficamos quando estamos em casa.

Você também fica na dúvida se passa uma maquiagem de leve só pra falar com alguém em uma videochamada ou se mostra a cara lavada? Então a Shiseido, gigante japonesa da indústria de cosméticos, e a Microsoft vão resolver esse problema.

A novidade que une tecnologia e beleza se chama TeleBeauty e vai ser a solução dos seus problemas!

Trata-se de um aplicativo de realidade aumentada que foi originalmente criado por uma startup japonesa para que mulheres possam testar maquiagem. Ao cair nas mãos da Microsoft e da Shiseido, o TeleBeauty foi desenvolvido e permitirá que a usuária faça ligações de vídeo pelo Skype escolhendo a maquiagem virtual que quiser. Isso mesmo, a maquiagem será virtual!

Adeus maquiagem rápida só pra fazer videochamada (desde que você escolha o Skype, claro)! E com resultado bem melhor que a máscara da Jane dos Jetson’s e da amiga dela pra falar no videofone, hein!

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Já aguardando ansiosamente por esta maravilha. E você? Comenta aqui o que achou.

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Sim, sou feliz fazendo dieta

Existe um meme que circula por esse mundão da internet que diz assim: “ou você é feliz ou faz dieta”. Concordo que comer é um dos maiores prazeres da vida, mas acredito que a autoestima é crucial para a felicidade. É preciso amor próprio.

dieta-carminha

Se você é feliz com o corpo que tem e comendo o que deseja, você deve fazer parte da minoria da população, segundo minhas estatísticas de achismo! Ouço, praticamente todos os dias, pessoas dizerem que não estão felizes com o seu corpo. E eu me incluía nesse grupo num certo período entre 2013 e 2015. Tinha chegado a um peso que meu corpo nunca tinha conhecido e isso estava me incomodando muito. Mas reclamar, reclamar e não fazer nada a respeito não adianta, né? “Um belo dia resolvi mudar”, como diria Rita Lee.

O primeiro passo foi tentar praticar corrida, ainda que sem ajuda profissional. Era uma atividade que já tinha tentado iniciar várias vezes, mas sempre desistia por algum motivo que camuflava a preguiça. Em agosto de 2015, comecei a tomar mais gosto pela corrida quando participei da minha primeira corrida de rua, proporcionada pela empresa na qual trabalho. Em outubro do mesmo ano, entrei na academia. Acho que esse foi o passo mais decisivo. Passei a frequentar a academia praticamente todos os dias, inclusive domingos e feriados (coisas que a Smart Fit nos proporciona!). Simultaneamente, comecei, por conta própria, uma discreta reeducação alimentar.

Com esse combo academia e alimentação saudável (ou menos porquinha!), cheguei em janeiro deste ano (2016) com praticamente todos os quilos indesejados perdidos. 😀 A vontade de continuar nesse novo estilo de vida só crescia. No mês seguinte, comecei mais duas atividades: sapateado e corrida, esta de forma regular e com acompanhamento profissional, da assessoria Hapvida +1K. E, pasmem, ambas GRATUITAS. Quando a gente tem um objetivo claro, desejo e determinação para alcançá-lo, caminhos não faltam!

Gente, preciso compartilhar com vocês: comecei a me ver com outros olhos no espelho. E comecei a amar isso! <3

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Emocionada :~)

O mais recente passo que dei nesse processo, que deveria ou poderia ter sido um dos primeiros, foi agendar uma consulta com Nutricionista. A primeira consulta foi em julho – comecei a dieta no meio das minhas férias – e, nos primeiros 45 dias, consegui substituir 4% de gordura por massa magra na composição corporal. Imagina o tamanho da felicidade?

A rotina é difícil? Sim, não vou mentir. Acordo cedo de segunda a sábado, ando pra cima e baixo com minha lancheira, faço atividades todos os dias – às vezes duas por dia, chego em casa cansada e ainda tenho que arrumar tudo para o outro dia. Mas sabe o que é mais impressionante? É a capacidade das pessoas não apenas notarem a mudança, mas fazerem comentários desnecessários sobre uma decisão que EU tomei.

– “Nossa, você ‘tá’ magra demais. Come mais.”

– “Já ‘tá’ tão magrinha. Quer sumir?”

– “Dieta pra quê, se ‘vamo’ ‘tudo’ morrer?”

(…)

olhos-revirando

Eu não cheguei ao ponto de abdicar da pizza ou cervejinha com amigos. Também não julgo quem decide por abdicar ou quem come o que quer, se assim julgar melhor. Descobri que o segredo da minha autoestima e felicidade HOJE está no equilíbrio. No final das contas, além da saúde, o que importa é a autoestima. Então, SIM, SOU FELIZ FAZENDO DIETA. E muitas atividades \o/

E vocês podem conferir o resultado dessa minha descoberta na comparação abaixo entre uma foto de novembro/2014 e setembro/2016 😀

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Nov/2014 x Set/2016

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O crush é onipresente

O crush não é um conceito novo, seja no mundo, na nossa cultura ou nas nossas vidas, ele sempre existiu. Indo contra a moda de substituir o maior número de expressões por seus correspondentes na língua inglesa, eu escolho chamar o meu crush de amor platônico. A paixonite é minha e eu chamo como quiser. Nós já falamos sobre esse tema aqui, mas hoje, eu resolvi compartilhar um pouquinho da minha experiência com o amor não concretizado e, olha, a história é longa!

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Era uma vez um crush…

Você pode não lembrar, mas aposto que, desde a primeira infância, você já andava por aí se apaixonando por uns e outros. Se você quer saber, o crush amor platônico é onipresente, ele SEMPRE esteve lá. “Lá onde?”, você me pergunta. Lá, na sua cabeça! E como é difícil tirar ele de lá. Se um some, logo outro aparece. Na minha cabeça, ou, se você for romântica, no meu coração, já bateram ponto MUITOS amores platônicos, a rotatividade por aqui é bem alta.

Sabe aquela música que diz “o primeiro foi seu pai”…? Pois é, na minha lembrança, o pioneiro platônico foi o meu progenitor. Ele que contribuiu com metade da minha carga genética, cuidou e deu carinho, não podia ter outro destino senão virar a primeira paixonite da filha. Até aí, nada de novo. O “pai amor platônico” é quase uma unanimidade. A graça começa quando damos início à vida escolar e, finalmente, passamos a conviver com uma diversificada variedade de potenciais amores platônicos.

Não citarei nomes para proteger a identidade dos envolvidos e a minha privacidade, mas lembro até hoje da minha primeira paixonite do colégio ainda na pré-escola, coisa rápida, mas se repetiu alguns anos depois… O segundo era o menino mais lindo do colégio. Não sei se mais alguém achava, mas pra mim era! Minha maior chateação foi não ter dançado com ele na festa de conclusão do ABC. O encanto quebrou alguns anos depois, quando ele pediu pra pescar na prova. CRUSH. CRACK. POW. Essa primeira desilusão, abalou meu emocional infantil. Foi quando tive uma recaída com o primeiro amor. Mais uma vez, não durou muito. Acho que não tínhamos química!

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Veja que isso aconteceu na minha primeira década de vida. Eu era uma crusheira iniciante e inexperiente.  Mas a profissionalização veio antes mesmo de deixar o fundamental. Me apaixonei por colegas de sala, colegas da sala ao lado, primos, primos das minhas primas, vizinhos, garotos do transporte escolar… Tudo isso e eu cheguei ao Ensino Médio sem nunca beijar na boca! Sério, eu fui a rainha do amor platônico! Meu primeiro beijo só aconteceu aos 16 anos e adivinha com quem! Um amor platônico! Essa foi minha segunda desilusão. Não que tenha sido ruim, pelo contrário, mas 5 minutos depois eu não queria ver a cara do então ex-amor platônico pintada de ouro na minha frente. Vai entender!

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No Ensino Médio, eu fui apaixonada por amigos, amigos dos amigos, pelo garoto do outro colégio que eu via na parada, pelos atletas da equipe de natação, vôlei e handebol… tudo isso sem dar um beijinho sequer. Eita, vida dura! Mas aí, veio a faculdade, o trabalho, o mundo além das estruturas pelas quais andamos tradicionalmente, e a variedade de possíveis amores ficou ainda maior. Alguns desses amores foram concretizados, outros não. Alguns foram concretizados e depois tornaram-se platônicos… Com o tempo, essa história de crush foi ficando muito complexa, mas o que posso afirmar é que eles sempre existiram e sempre vão existir. Você sabe que eles estão lá!

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Todo dia, um novo 7×1

Um dos maiores acontecimentos da Copa do Mundo de 2014 foi, sem sombra de dúvidas, o fatídico placar da semifinal Brasil 1 x 7 Alemanha. Ainda lembro como se fosse hoje: tinha conseguido uma mesa, de última hora, em um bar lotado pra assistir ao jogo com uma amiga. Aos primeiros goles de cerveja e beliscadas no petisco, vimos a Alemanha iniciar sua goleada.

Depois do terceiro ou quarto gol, já não sabíamos mais diferenciar o que era replay do que era ao vivo. Estávamos – todos no bar – zonzos, atônitos, completamente desnorteados. Silêncio no recinto.reginaldo-rossi-garcom

Garçom!? A conta, por favor.

Não sei quantos masoquistas restaram no estabelecimento ao final do jogo.

O placar virou meme, óbvio! Mais que isso, diria que virou um jargão metafórico do nosso dia a dia, onde quaisquer desventuras em série são comparadas a ele. Prato cheio para os dramáticos e pessimistas, não basta sofrer um 7×1 só na vida, tem que ser todo dia.

7x1

No que deveria ser mais um belo dia de 2016, revivi aquela sensação de estar perdida, desnorteada. Depois de tanto usar ordinariamente o que descrevi como jargão metafórico, pensei estar sofrendo meu 7×1 pessoal de verdade.

O que eu não sabia naquele momento é que, nessa partida, o “Brasil” tinha feito seu único gol antes da “Alemanha” marcar os seus sete. Aos poucos, o desespero foi passando e o cenário tomando forma. Desanuviei. Entendi que, de fato, era um 7×1. Mas, dessa vez, eu não era o time canarinho. Um novo 7×1! E agora, volta e meia, me pego sussurrando: gol da Alemanha.

BELO HORIZONTE, BRAZIL - JULY 08: Miroslav Klose of Germany celebrates scoring his team's second goal during the 2014 FIFA World Cup Brazil Semi Final match between Brazil and Germany at Estadio Mineirao on July 8, 2014 in Belo Horizonte, Brazil. (Photo by Robert Cianflone/Getty Images)

(Photo by Robert Cianflone/Getty Images)

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Marchesa e a riqueza dos bordados da grife inglesa

O Pinterest é a rede social na qual eu mais encontro inspirações de moda e beleza. Numa dessas imersões (fico horas e horas rolando a tela do smartphone…), encontrei uma grife que ainda não conhecia, a Marchesa. Nunca tinha visto bordados tão lindos e perfeitamente trabalhados como nos vestidos dessa grife inglesa, tão lindos que eu tive que vir compartilhar aqui no blog.

Tanta beleza tem a ver com o histórico das criadoras da marca, Georgina Chapman e Keren Craig, que eram amigas do tempo de escola e compartilhavam a paixão pela moda. Georgina tem experiência como figurinista e Keren estudou moda e se especializou em estamparia e bordado. Uma bela mistura para criar looks exuberantes!

Como amo bordados e valorizo muito o trabalho manual, minha atenção foi logo fisgada pelo vestido que a Olivia Palermo usou em um evento. Veja só se tem como não amar!

Olivia Palermo vestindo Marchesa em 2011

Olivia Palermo vestindo Marchesa – 2011

Olivia Palermo vestindo Marchesa em 2011

Detalhes do vestido Marchesa usado por Olivia Palermo

Essas duas imagens foram só o começo. Precisei ver mais, saber mais sobre a marca e vi muitos vestidos maravilhosos, principalmente os vestidos de noiva, onde elas capricham ainda mais nas rendas, bordados e texturas. Olha só que maravilhosos estes modelos!

Vestido de casamento Marchesa

Vestido de noiva da grife Marchesa

Vestido de noiva Marchesa

Detalhe do vestido de noiva Marchesa

Vestido de noiva Marchesa

Vestido de noiva Marchesa

Não tenho muito o que dizer além de mostrar imagens que demonstrem a riqueza de detalhes que tem o trabalho da Marchesa. Todas as coleções têm peças deslumbrantes, mas a de 2011 é uma das que tem mais imagens no Pinterest e me fizeram ter a grife como referência em bordados e texturas. Como dizem por aí, é luxo, poder e sedução! Rsrs

Vestido Marchesa

Vestido Marchesa – Verão 2011

Detalhe do vestido Marchesa

Detalhe do vestido Marchesa

Detalhe do vestido Marchesa

Detalhe do vestido Marchesa

Quem tiver curiosidade de ver coleções mais atuais, o YouTube tem vários desfiles da marca. Vou deixar aqui o vídeo da coleção de Verão 2016.

Se você amou esses modelos, ama bordados, comenta aqui! Se não gostou, comenta também que a gente gosta de saber opiniões diferentes da nossa.

Até a próxima inspiração irresistível!

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Processo Ruiva

Quem me conhece sabe que adoro mudar meu cabelo. E quem já me conhecia em meados de 2011/2012 sabe que fui ruiva nessa época. Mas, na verdade, eu não gostei do tom de ruivo que ficou (nem lembro a numeração e marca) e acabei voltando pro castanho e depois para as mechas loiras que usava antes. Pra quem não conhece ou não lembra, a prova do crime está logo abaixo.

Ruivo vermelhón [2012]

Ruivo vermelhón [2012]

Ano passado [2015], eu desisti das mechas loiras no cabelo todo, pintei de um tom de castanho similar ao meu natural e depois acabei tentando fazer umas mechas mais discretas só nas pontas. As mechas deveriam ficar num tom de caramelo, mas abriram bastante depois de alguns meses.

Ô coisa difícil é um cabeleireiro acertar a cor que eu quero! [Momento desabafo, colegas!]

Pois bem… Nesse ano [2016], resolvi tentar ser ruiva mais uma vez. Agora com mais pesquisa e mais conhecimento de causa, mas ainda longe de ser uma especialista no assunto, óbvio. Depois de ler alguns blogs de ruivas, descobri que ir do loiro (mesmo que apenas mechas) para o ruivo exige certa paciência.

Primeiro, é preciso fazer o que é chamado de correção de cor (a outra opção seria descolorir o cabelo todo – sem chance, por enquanto), para tirar o máximo possível de loiro que, no meu caso, ainda estava nas pontas dos cabelos. Então a primeira pintura ficou quase um castanho mesmo, com as pontas mais escuras por conta da correção. Mas o loiro é danado e não some assim tão fácil. Essa primeira pintura que fiz foi com a cor 7.3 (ou 7.4) da marca Matrix, disponível no salão que fui (fiquei com tanta dúvida entre as duas na hora, que nem lembro mais a cor exata, mas são bem próximas).

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Cartela de cores da Matrix. [Clique para ampliar.]

Logo depois, vi uma ruiva DIVA na academia. Engoli a vergonha (e o medo de ser tratada com antipatia, porque não é toda mulher que conta seus “segredos” de beleza de bom grado) e fui lá falar com ela porque – sim – o cabelo dela é um ruivo maravilindo. <3 Contei pra ela a minha saga capilar resumidamente e perguntei que numeração/marca de cor ela usava. E ela não só me respondeu, como foi a pessoa mais fofa do mundo me dando a dica de onde comprar. Ela ainda me deu o número dela, ficando à disposição para conversar mais sobre o assunto e trocamos algumas figurinhas por mensagens!

Ela usa as cores 9.43 + 8.4 da Keune, com água de 30 volumes. Mas, quando fui lá no local indicado comprar, não tinha a 8.4 – QUÉN! Então, comprei as cores 9.43 + 7.43. A moça da loja também me indicou comprar a água de 20 volumes, para não agredir tanto o cabelo, na embalagem de 1L, que sai beeeeem mais em conta e não precisa ficar comprando vidrinho pequeno todo mês.

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Cartela de cores Keune. [Clique para ampliar.]

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Minhas comprinhas Keune: água 20 vol. 1L e tintas 9.43 e 7.43.

Como comprei as duas cores para misturar, elas renderam duas aplicações. A primeira aplicação da Keune foi mais ou menos 30 dias depois da aplicação da Matrix. A cor abriu um pouco, mas, com o passar dos dias, o maRvado do loiro continuou aparecendo um pouco nas pontas (que continuaram mais escuras que o topo do cabelo), ainda que mais discretamente. Contra a luz dava pra notar mais!

Como meu cabelo não cresceu tanto em 30 dias, resolvi esperar cerca de 45 dias para pintar novamente. Nessa nova aplicação da Keune, a cor abriu ainda mais e as pontas do cabelo estão começando a ficar com a mesma cor do topo – YAY! \o/ Vejam o progresso:

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Matrix 7.3 ou 7.4 >> Keune 9.43 + 7.43 1ª aplicação >> Keune 9.43 + 7.43 2ª aplicação.

PRÓXIMOS PASSOS

Para a próxima pintura, precisarei comprar tintas. Espero que tenha a 8.4 pra comprar com a 9.43, porque eu ainda quero abrir um pouco mais a cor! #oremos

Volto aqui pra contar pra vocês os novos resultados. 😀

DICA

Pra finalizar, uma coisa muito bacana que achei nas minhas pesquisas foi a tabela abaixo, super didática, que ensina como escolher a cor pelo número de base (que vem antes do ponto) e o que vem depois do ponto. Assim, fica muito mais fácil você acertar.

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Quando a tinta é 9.43, por exemplo, significa que ela tem reflexos acobreados dourados. O primeiro número, no caso o 4, indica a nuance mais presente. Babado, né?

É isso, gente! O que acharam do meu ruivo e das dicas? Me contem tudo e, se tiverem mais dicas, mandem também. Vou adorar <3

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O ex enviou uma solicitação de amizade

girl_dream_with_exAcordou com uma sensação estranha no estômago, sem saber se tivera um sonho ou um pesadelo. “Pesadelo, claro! Desde quando sonhar com o ex é uma coisa boa?”, pensou. Pouco depois, à mesa do café, a mãe pergunta:

– Vem cá, e o Fulano, como está? Nunca mais soube dele!

Claro que a mãe não ouvira mais falar dele, afinal, quem fica por aí falando sobre o ex? Ela é que não! Pegou a bolsa, os livros, o caderno, e foi para a faculdade. Mais uma aula da disciplina mais exaustiva do semestre. “Aqui eu vou me concentrar”. Mas o pensamento vagou mais uma vez até aquela estranha coincidência. Primeiro o sonho, depois o repentino interesse da mãe. “E agora, qual o próximo sinal?”.

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Na tela do celular, uma notificação: Fulano enviou uma solicitação de amizade.

 

“Ok, só pode ser uma conspiração!”. Eles já não se falavam há quase um ano e agora isso? Mesmo durante a aula, desbloqueia o telefone sem nenhuma cerimônia, clica no perfil dele e navega devagar pela timeline. “Quem é essa pessoa? Como ele estará agora?”. Para ela, já não passa de um estranho. “Será que ele mudou? Será que casou? Por que me adicionou exatamente hoje, quando tudo já me fizera lembrar dele?”.

A sensação estranha voltou à boca do estômago. Na solicitação de amizade, clicou em aceitar. “É apenas uma rede social e tudo que aconteceu já passou há tanto tempo”…

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Na tela do celular, outra notificação: – Oi!

 

Uma única palavra, uma sílaba, foi o suficiente para que aquela sensação inexplicável se transformasse em um vulcão, queimando-a toda por dentro, avassalador. Por um momento, lembrou das conversas na madrugada, dos beijos, das noites que passaram juntos. Lembrou também das lágrimas que chorou escondida, das noites sem dormir, das palavras ignoradas, da solidão.

Pensou no vulcão dentro do peito e na terrível sensação na boca do estômago. “Tudo isso vai passar, é uma questão de tempo”, ela sabia. “Mas isso ainda não passou”.

De volta ao perfil dele, clicou em bloquear.

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Corretivo e base Fit Me da Maybelline: Exemplo de produto BBB

Finalmente dei uma pausa no Pokémon Go para testar produtos novos e contar aqui no blog o que achei deles. Dessa vez foram produtos de pele: a base e o corretivo Fit Me da Maybelline.

Gretchen Pokémon Go

Para começar, os produtos de pele da Maybelline são baratinhos (graças a Deus!) e eu pude comprar as duas cores de base que me deixaram em dúvida sobre qual levar pra casa. Na farmácia tinha o testador, mas mesmo assim eu fiquei na dúvida porque a luz do ambiente também influencia nessa escolha e o tom mais amarelado parecia ficar melhor na minha pele, mas como  eu tenho um histórico de os tons rosados sempre ficarem melhor, resolvi levar os dois.

Os tons que comprei foram o 10 do corretivo, o 100 e o 110 da base. Como o corretivo só tem três tons (claro 10, médio 20 e escuro 30), não tive dúvidas de que para mim seria o mais claro. Já as bases (100 claro sutil e 110 claro real) não são uma mais escura que a outra, elas mudam apenas o subtom, que na primeira é amarelado e na segunda é rosado. Com os três itens comprados, parti para o teste valendo no espelho de casa e na luz branca (aquela que entrega todas as suas manchinhas e poros aparentes).

Base e corretivo Fit Me da Maybelline

Corretivo Fit Me cor 10 – Claro, base Fit Me cor 100 – Claro Sutil e base Fit Me cor 110 – Claro Real

Hora da verdade!

Corretivo Fit Me – Cor 10 – R$22,99

O corretivo Fit Me na cor 10 ficou bom no meu rosto. Ele tem um subtom amarelado, mas a cor se adaptou perfeitamente ao meu tom de pele. Como não tenho muita olheira, ele conseguiu cobrir bem mesmo tendo uma cobertura leve. Talvez para quem tem muita olheira, ele não vai fazer muita diferença, mas para mim funcionou perfeitamente. Outro ponto positivo é a textura, que espalha bem e fica sequinho, sem acumular nas linhas que eu tenho abaixo dos olhos.

Base Fit Me – Cores 100 e 110 – R$30,99 cada

Quando testei as duas cores em casa, naquele esquema de colocar uma cor diferente de cada lado do rosto, percebi que as duas ficaram um pouco escuras pra mim. Eu uso a cor NW15 da M.A.C, a mais clara e com subtom rosado, então já estou acostumada com esse problema das marcas nacionais não terem cores que sejam exatamente do meu tom, mas essas da Maybelline ainda são usáveis pra mim se eu misturar com outra base matte mais clara ou passar um corretivo mais claro em alguns pontos estratégicos do rosto.

Das duas cores, a 110 ficou um pouco melhor pra mim, então alguém ganhará a 100 que eu não pretendo usar.

Swatches bases e corretivo Fit Me da Maybelline

Swatches de cima para baixo: Base Fit Me cor 100, base Fit Me cor 110 e corretivo Fit Me cor 10

Quanto à textura, as bases Fit Me são líquidas e bem leves, fáceis de espalhar com as mãos e ficam sequinhas na pele. Elas têm efeito matte e a cobertura é leve. Não têm proteção solar, então se for usar durante o dia, passe um protetor antes da base ou finalize com um pó que tenha FPS.

No fim das contas, eu amei o corretivo e pretendo comprar novamente quando ele acabar, pois é baratinho, a cor ficou boa e a textura é ótima. Já as bases eu não pretendo comprar novamente só por causa da cor que ficou escura pra mim, mas os produtos da linha Fit Me são exemplo de produtos de maquiagem bons, bonitos e baratos.

Se você já testou os produtos da linha Fit Me, conta aqui pra gente nos comentários!

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Jericoacoara: uma viagem incrível

Quem acompanhou o post anterior – Checklist de viagem já sabe que eu e Carol estivemos em Jericoacoara – ou simplesmente Jeri, para os apaixonados – no último final de semana. Na verdade, fomos no sábado e voltamos na segunda, no esquema de 3 dias e 2 noites.

Vamos contar aqui como foi nossa experiência, o que indicamos, o que gostamos e o que ficou por fazer! Então, senta, que lá vem história.

Tudo começou na mesa de um bar. Espera; volta mais um pouquinho no tempo. Tudo começou com um mega planejamento de férias que eu estava fazendo com outra pessoa: 10 dias de viagem, 3 estados e muitas praias; dentre elas, Jeri. Gastei horas a fio pesquisando pousadas, passeios, trajetória, fazendo cálculos e, no fim, tudo foi por água abaixo (por parte da outra pessoa). E, mesmo adorando viajar sozinha, infelizmente era o tipo de viagem que eu não conseguiria fazer só, não da forma que estava planejada. Enfim, me vi sem grandes planos para as férias.

Voltando para a mesa do bar: não lembro como Jeri virou pauta da conversa – provavelmente estava falando dos meus planos cancelados e que a Carol ainda não conhecia o local. Sei que, quando me dei conta, já estávamos combinando de ir para lá. Eu achava que era fogo de palha da Carol, que está em pleno ritmo de trabalho, mesmo ela tendo me garantido que tinha uma folga para agendar. Pensei que a história iria parar no diálogo:

– Vamos marcar?
– Vamos mesmo!
(…)

vamos-marcar-alguma-coisa

E, no decorrer dos dias seguintes, a Carol já tinha pesquisado o pacote pelo site de uma pousada da qual ela tinha o contato e depositamos a entrada. O pacote incluía:

  • Traslado Fortaleza-Jeri
  • Hospedagem
  • Caminhada com guia para a Pedra Furada
  • Traslado Jeri-Fortaleza, com parada na Lagoa do Paraíso

Tudo isso custou R$ 320,00 por pessoa, o que achamos bem razoável para o período de alta estação!

TRANSPORTE (Ida)

O traslado ficou por conta da empresa Ceará Rotas. A empresa oferece algumas opções de ponto de embarque. Nós partimos do ponto da Av. Beira Mar, pontualmente às 7h20 do sábado. Para quem vem de fora da cidade/estado, pelo aeroporto, há também um ponto lá, mas o horário é único, então é preciso comprar um voo que chegue antes da partida da van. Quanto à equipe, são todos muito educados, prestativos e bem-humorados. Nada a reclamar do atendimento!

Essa van nos leva até Jijoca, numa viagem de cerca de 5h10, no nosso caso, que embarcamos às 7h20. Ainda passamos cerca de 1h10 buscando outros passageiros, antes de pegar realmente a estrada, e fizemos uma parada de aproximadamente 30min em Paraipaba.

Lá em Jijoca, mudamos para um veículo chamado jardineira, que nada mais é o que uma D-20 ou similar (alguns até maiores) adaptada para transportar cerca de 12 pessoas (ou mais, dependendo do modelo) até a vila de Jeri, passando pelas dunas. Este transporte já está incluso no pacote e o trajeto dura entre 40min e 1h. Olha só como balança:

Trilha sonora: playlist do Spotify da Carol \m/

Contando com a pausa em Jijoca, chegamos em Jeri por volta de 14h30. UFA!

HOSPEDAGEM

Desembarcamos na Pousada Casa do Ângelo, com a qual adquirimos o pacote. Para quem costuma se hospedar em albergue, como eu, a Casa do Ângelo superou as expectativas!

O quarto em que ficamos tinha duas camas de solteiro e uma de casal, ar condicionado, TV a cabo, frigobar, espelho de corpo inteiro (a louca do espelho pira!) e uma estante ENORME que deu pra espalhar todos os meus pertences. Haha! Ah!, tem também cofre à disposição. No banheiro, chuveiro com água quente. E, na varanda, um sofá e uma rede <3

Na área comum, a Casa do Ângelo tem uma cozinha grande com churrasqueira, mesas e cadeiras, piscina, jardim com mesas e bancos, espaço para uso de computadores e espaço de aluguel de equipamentos (bikes, pranchas etc). O café é servido de 7h30 às 10h30, se não me engano, e a cozinha é comunitária, ficando à disposição dos hóspedes que queiram fazer sua própria comida, o que não foi nosso caso nessa viagem. Outra coisa que achei incrível: durante a tarde e a noite, são disponibilizados jogos nas mesas do espaço “refeitório”: dama, xadrez, tangram… Achei de muito bom gosto! Confere algumas fotos abaixo:

casa-do-angelo

Jardim, varandas, equipamentos para aluguel e vista da piscina e área de cozinha e refeitório, respectivamente.

 

jogos-casa-do-angelo

Alguns dos jogos disponíveis.

O QUE FIZEMOS

Logo após o desembarque na pousada, no sábado, deixamos nossas coisas no quarto e partimos em busca de almoço. Como tínhamos pouco tempo até o horário do passeio da Pedra Furada e os restaurantes estavam bem lotados, acabamos comendo pizza em fatia no Pizza al Volo. Lanche rápido e no preço. Eu gostei do sabor, mas a medida que vai esfriando, a massa vai ficando como uma torrada – sequinha e crocante. Como eu sou a louca da massa, não achei ruim, mas talvez é melhor consumir assim que sai do forno.

De lá, partimos para o ponto de encontro do passeio: em frente ao restaurante Bigode, na Rua do Forró. Pouco depois de 16h, seguimos em direção à Pedra Furada, acompanhado o Sr. Luís, o guia local. A caminhada é pesada! Sobe morro, desce pela areia e pedras… Cerca de 40min nessa trilha até chegar ao cartão postal de Jeri. Há quem diga que esse passeio é literalmente uma furada. Eu discordo! O visual é deslumbrante. E, nessa época, dá para ver o sol se por exatamente por dentro da Pedra. Espetáculo da natureza! O ponto negativo desse passeio são as pessoas mesmo, que são mal educadas e não conseguem se organizar para bater foto uma de cada vez. #prontofalei! Depois, todos se reúnem a uma certa distância para ver o sol se pondo!

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Todos reunidos para ver o sol se por dentro da Pedra Furada.

Na volta, maaais trilha, com os agravantes de estarmos cansadas da ida e já estar escurecendo. Mas deu tudo certo! Chegando na pousada, descansamos algumas horas e nos arrumamos para ir ao famoso Forró da Dona Amélia. A dica pra ir lá é a seguinte: chegar antes das 23h para jantar e ficar para o forró que começa logo depois. Se chegar depois das 23h, a cozinha já está encerrada e tem que pagar ingresso para entrar, se não me engano, no valor de R$ 20,00. Recebi essa dica de uma amiga que também estava lá e assim fizemos! Pedimos um prato de peixe ao molho de camarão que estava maravilhoso. O prato era para duas pessoas, mas servia três ou quatro Zilmas e Carolinas. O valor não era tão barato, mas, pelo tanto de comida, vale a pena. O que achamos caro foi a cerveja! 🙁 Ah!, eu ainda consegui dançar com um professor local de forró que apareceu por lá. Vocês não imaginam a minha alegria! E também não imaginam a queda que quase levei! HAHAHA! Mas valeu super a pena. Matei o verme, como dizem. 🙂

De lá, partimos para o Reggae, no final da Rua Principal. A ideia era ficar por lá até pertinho de 2h, para ir a outro ponto turístico da vila: a Padaria Santo Antônio, que só funciona de 2h às 5h da manhã! Chegamos na frente da Padaria por volta de 1h45 e sentamos na calçada, esperando ela abrir. Aos poucos, mais gente ia chegando. Quando abriu, foi aquela loucura de gente entrando e os atendentes logo pediram para formarmos filas. O cheiro de pão saindo do forno é de enlouquecer! Lembrando que estávamos lá só pelo turismo e gula, porque o jantar nos deixou mais que fartas. Cada uma comprou dois pães recheados por R$ 6,50. Eu escolhi um misto e um de banana (AMO banana) e a Carol, um misto e um de chocolate. Não é o melhor pão do mundo, claro, mas eu adorei! E o precinho é muito bom, né? Super repetiria. 😀

padaria-santo-antonio

Na calçada da Padaria Santo Antônio.

Findado o sábado, fomos dormir. Ainda na van, durante o traslado de chegada, compramos um passeio extra para o domingo: Árvore da Preguiça, Lagoa Azul e Lagoa do Paraíso por R$ 50,00 de jardineira (se quisesse ir de Buggy, o valor subia para R$ 100,00). Após acordar, tomamos nosso café reforçado – a pousada oferece bastante opções para o café da manhã! – e partimos antes das 9h para o passeio. A parada na Árvore da Preguiça é apenas para fotos:

arvore-da-preguica

Árvore da Preguiça.

Após a parada da Árvore, seguimos para a Lagoa Azul, onde ficamos cerca de 1h. Ela não estava completamente cheia, mas estava bem bonita. Aproveitamos para nos hidratar com água de coco e tirar muitas fotos. \o/

Na Lagoa do Paraíso, última parada do passeio, foi onde ficamos a maior parte do tempo – cerca de 4h. Nesse pacote que compramos, a parada é realizada na barraca Alchymist Beach Club, a mais RICA.  Como a Lagoa é bem extensa, as barracas são bem distante umas das outras, logo não tínhamos outra opção. Então, já que estávamos na Alchymist, resolvemos ser RICAS por algumas horas. Olha esse visual cinematográfico!

alchymist

Barraca Alchymist Beach Club.

Para ficar nas cadeiras brancas,  confortáveis e “a cara da riqueza” à beira da Lagoa, tivemos que pagar a bagatela de R$ 70,00 pelo conjunto de duas cadeiras, mesa pequena e guarda-sol, sendo R$ 35,00 para cada. Na mesa do lado, estava uma família, então o valor se diluía ainda mais por pessoa. Tirando isso, os pratos não são muito mais caros do que os que vimos na própria vila, mas optamos por pedir apenas um petisco e água de coco.

Na volta do passeio, a jardineira parou no meio das dunas para mais fotos:

duna-jeri

Muito amor pelas fotos que fizemos aqui <3

Passamos rapidamente pela pousada para lanchar e corremos para a Duna do Pôr do Sol para ver esse espetáculo pela segunda vez, agora em um novo cenário. Parecia um cinema a céu aberto: todos sentados na Duna à espera da grande cena:

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[Panorâmica] Olha a lua no cantinho da foto apreciando o sol também!!!

De volta para a pousada, descansamos algumas horas antes de sair à noite novamente. Dessa vez, cada uma jantou um prato individual de massa no Cantina Jeri. Mais uma vez, achamos a porção bem generosa. Talvez um prato e um petisco seriam suficientes para nós duas. A jarra de suco dava pra tomar um banho, como dizem por aí. 😀 Mesmo assim, preço razoável e sabor muito agradável!

Do restaurante, partimos para o Espaço Serramar. A dica, dessa vez, veio do professor de forró com quem dancei na noite anterior. O Espaço fica na Rua da Igreja – belíssima construção, por sinal – e cobra R$ 15,00 na entrada.  Mas tem um bizu também: se chegar até as 23h30, ganha uma caipirinha. Dessa vez perdemos a hora! Pagamos a entrada e tivemos que pagar a bebida por fora.

O Espaço é bem simples: um terreno grande, com um “deck” bem simples no meio, onde a banda fica, o bar montado numa lateral, banheiros e só. A Carol deu a melhor definição: era praticamente um lual sem fogueira. 😛 A banda tocava músicas nacionais pra lá de animadas (samba, baião, pop rock etc) e nos surpreendeu positivamente. Infelizmente não ouvi o nome da banda, mas acredito que era local. Foi uma noite bem divertida!

“Eu bebo, sim. Estou vivendo…”

De volta para casa e, algumas horas de sono depois, já era segunda! Snif! :'( Acordamos um pouco mais cedo para arrumar as malas, tomar nosso café e pegar a jardineira rumo à Lagoa do Paraíso de novo. Desta vez, na barraca que as empresas de traslado sempre param, a Paraisus Pousada e Restaurante. Aqui, nos decepcionamos um pouco com o almoço: mesmo preço dos restaurantes da vila, mas qualidade inferior. Mas nada que tirasse nossa felicidade da viagem maravilhosa que fizemos!

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Desfrutando dos últimos momentos na Lagoa do Paraíso, mesmo com o céu nublado.

TRANSPORTE (Volta)

Nesse último traslado, a Ceará Rotas pediu a empresa Sim7 Turismo para nos levar e foi tudo tranquilo. Acho que essas empresas são bem parceiras e, como já conhecia a Sim7 da viagem anterior que fiz, fiquei despreocupada. A parada em Paraipaba também acontece na volta. Chegamos no ponto da Av. Beira Mar quase 19h, até porque o trânsito nessa hora é cruel.

O QUE FICOU PARA A PRÓXIMA

  • Lagoa da Tatajuba: para esse passeio, precisaríamos de mais um dia e R$ 100,00, pois só tem acesso de Buggy. É um passeio mais “roots”, mas ainda assim quero fazer.
  • Pedra Furada (trilha pela praia): já na segunda-feira, recebi essa dica e logo depois vi também em alguma página de turismo. Dizem que essa trilha é maravilhosa, cheia de piscinas naturais e grutas, mas só deve ser feita com a maré baixa e, de preferência, acompanhado por um guia.
  • Fazer tudo de novo repetidas vezes, porque esse lugar é INCRÍVEL e merece, pelo menos, uma vista por ano <3

Se você ainda não foi a Jeri, corre pra programar! Impossível não amar esse paraíso aqui do nosso Ceará. Se já foi e tem mais dicas, compartilha com a gente. Esperamos que tenham gostado do nosso relato. Até a próxima \o/

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