Author: Zilma Bezerra (page 2 of 2)

Precisamos falar sobre BOTOX – parte 2 #FAIL

MINHAS AMIGAS E MEUS AMIGOS. Estou sem palavras para escrever esse post para vocês, mas vamos lá!

Para quem não leu o primeiro post sobre BOTOX, em resumo, foi o seguinte: fui à dermatologista me consultar sobre um problema nas unhas e acabei comentando sobre umas linhas de expressão que já me incomodam. E aí o Botox entrou na roda. Se tiver um tempinho, clica aqui e confere a história toda!

Pois, bem! Nas andanças da internet, pesquisando sobre o dito cujo, apareceu um produtinho chamado Instantly Ageless by Jeunesse, que promete fazer o efeito do Botox na hora, no caixa, sem burocracia, te deixando com a pele de pêssego por cerca de 8 horas. Vi alguns vídeos, resenhas e até a Adriane Galisteu dizendo que ama o produto. Aí pensei: tenho que comprar esse negócio e testar! Comprei um sachê no site Bella Lune e a entrega foi super rápida, com frete grátis. Mas agora o site está fora do ar :/

Esperei o momento ideal (aquele dia com olheiras e linhas mais marcadas) para fazer o teste, mas nem sempre a vida ajuda, não é, minha gente? E resolvi testar num dia comum. O resultado é: PLOFT! Não curti.

  1. A sensação é de estar passando cola branca na cara, porque o produto seca e repuxa um pouquinho a pele. Será que o Botox de verdade também fica com essa sensação? #estranho
  2. Não mudou praticamente nada. Não sei se eu não soube usar ou se não tenho linhas de expressão suficiente para ver o efeito. Tanto é que fiz meu primeiro vídeo para o blog, na tentativa de mostrar a ação do produto, e não rolou. HAHA #BIGFAIL
  3. Onde o produto é aplicado, a pele fica opaca. Onde o produto não é passado, fica com o brilho natural. Mas essa diferença é corrigida com a maquiagem. Ou seria! Porque…
  4. Fui tentar passar um BB Cream após o produto e também ficou um cocô 😀 O produto ficou descamando, parecia que minha pele estava descascando, mas era o produto saindo.

Mesmo assim, fica aqui o registro da tentativa do vídeo:

instantly-ageless

E deixo também um dos vídeos que vi, com o efeito “milagroso” do produto:

É fato que ameniza as linhas de expressão, notei ao fazer alguns movimentos no rosto. Mas, em geral, minha primeira experiência não foi feliz como eu esperava. Se você usou, curtiu e indica o produto, deixa o seu relato pra gente! Quem sabe eu tento outra vez.

Tenho teoricamente tudo, mas não estou feliz. O que falta?

Tenho uma família, uma casa, um diploma, um emprego, um salário, amigos, algumas viagens. Não é a melhor casa do mundo, definitivamente não é o melhor salário do mundo e adoraria viajar mais sem sombra de dúvidas, mas é suficiente para muita gente se dizer feliz.

Tá certo que a vida não é sempre um mar de rosas ou um mar de chocolates ou um mar de ______________ (digite aqui do que gostaria que fosse feito o seu mar). Já falei em algum lugar, em algum dia da minha vida, que não acredito em gente “100%” feliz. Não gosto de extremos, nem de absolutos. Sempre tem alguma coisa ou acontecimento que entristece. Enquanto sua porcentagem de tempo em que está feliz continua com a média alta, acho que é super normal.

Mas então por que às vezes nos sentimos tão ansiosos para preencher itens, como se a vida tivesse uma checklist da felicidade? Tenho duas fortes suspeitas para comentar aqui.

  1. As pessoas se sentem confortáveis criando um padrão para tudo: da beleza à quantidade de filhos que você tem. O problema é que nem todos conseguem ou querem alcançar esse padrão. Atualmente, as mulheres são cobradas por terminarem uma faculdade, arrumarem um bom emprego, casarem e terem filhos, serem boas mães e boas donas de casa… Ufa! E tudo antes dos 30, enquanto ainda somos jovens, bonitas e temos muita disposição. Tudo isso vira uma autocobrança enorme, uma pressa de realizar que acaba tendo um custo alto para a nossa saúde emocional.
  2. Somos pessimistas e temos a mania de nos comparar apenas com quem já está onde queremos chegar, esquecendo que a maioria das pessoas talvez não tenha chegado lá ainda ou que mesmo as que chegaram talvez também não estejam felizes. A pressa para realizar tudo que deseja é tão grande que acabamos não identificando os sinais que a vida nos dá sobre os caminhos que devemos seguir.

ansiedade

E, mesmo sabendo disso, é muito difícil controlar nossos anseios e tristezas, né? Não existe uma receita para mudar isso, infelizmente, mas podemos compartilhar algumas dicas com vocês:

  • Procure não se balizar tanto pela vida dos outros, principalmente pelo que publicam nas redes sociais, onde a vida é quase sempre bela demais. Foque em encontrar seu próprio caminho.
  • Faça atividades que te proporcionem prazer e felicidade: correr, dançar, pedalar, ir à praia, ver filmes, ler, sair com amigos, tomar bons drinks etc. Assim, sua rotina será menos pesada.
  • Tome notas dos seus sentimentos, principalmente os negativos, pois externá-los ajuda a aliviar um pouco.
  • Por fim, não hesite em procurar a ajuda de um profissional, caso considere necessário. Psicólogo não é nenhum bicho de sete cabeças.

Fiquem bem. Beijos no coração 🙂

Técnica x relacionamento: Qual o funcionário ideal?

O post de hoje é breve e objetivo ou, como dizem por aí, curto e grosso. Outro dia escutei um podcast que falava, dentre outras coisas, sobre os profissionais “estrelinhas” das agências de publicidade e lembrei uma lição que aprendi, prática, com uma ex-gerente. Aprendemos juntos, na verdade; eu, ela e equipe. E essa lição vale não só para agências, mas para empresas em geral.

E o que é o profissional estrelinha? É aquele profissional que é muito foda bom, tecnicamente falando, mas tem uma personalidade muito foda difícil de lidar. É aquela pessoa que se sente e se mostra superior, acha que está sempre certa, não recebe bem feedbacks, sua opinião ou seu trabalho é sempre o melhor, muitas vezes não trabalha bem em equipe, etc.

E qual o funcionário ideal para a sua equipe? Ideal, ideal parece ser difícil de achar, até porque a palavra ideal transmite uma ideia de perfeição, que parece utopia, que… Pois bem! Também não vale abrir mão de um profissional tecnicamente bom por um apenas “gente boa”. As empresas precisam de produtividade, óbvio!

equilibrio

É preciso equilíbrio, como tudo na vida. Entre um profissional muito bom tecnicamente e de personalidade difícil e um profissional bom tecnicamente e de bom relacionamento, opte pelo segundo. É muito mais fácil desenvolver mais a técnica do que mudar características pessoais de alguém. A empresa rende muito mais com alguém disposto a crescer e a ajudar a equipe.

Uma contratação é sempre uma aposta. A empresa ou o gestor, mais especificamente, está apostando que aquele novo funcionário trará bons resultados. Mesmo não tendo 100% de certeza que o novo funcionário dará certo, a aposta deve se aproximar disso. Na dúvida, não contrate.

As mulheres do seriado The Good Wife

Hoje, 8 de março, é o Dia Internacional da Mulher e nada mais justo do que falar delas. De nós, na verdade! A luta por igualdade social, política e econômica entre os sexos não é de hoje, mas vem se intensificando e ganhando mais força nos últimos anos. Atrizes, cantoras, escritoras e outras personalidades femininas fazem coro ao movimento do feminismo.

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Seja na vida real ou na ficção, temos muitas mulheres que são fontes de inspiração. Hoje eu resolvi falar de duas personagem específicas de um seriado, que considero muito emblemáticas:

Alicia Florrick, protagonista do seriado The Good Wife

No seriado que está em sua última temporada (já sofro com este fim próximo!), a Juliana Marguiles construiu uma personagem que saiu da fragilidade para o empoderamento – a palavra da vez. Como o nome do próprio seriado sugere, Alicia é a boa esposa. A história dela começa com um grande escândalo sobre corrupção e traição (diveeeersas, na verdade) do seu marido, o Procurador Peter Florrick. Dá pra imaginar que a soma de escândalo político mais escândalo sexual é um verdadeiro desastre, né?

Alicia havia largado a carreira de advogada para cuidar da família e, depois de 13 anos de dedicação ao lar e apoio à carreira do marido, viu-se perdida no meio de uma invasão de privacidade por parte da imprensa, olhares tortos das vizinhas e uma única certeza: não saber o que fazer.

Depois de perder da casa à dignidade, Alicia resolve recomeçar. Do começo. E bate em todas as portas de escritórios de advocacia até conseguir um emprego de cargo Júnior na empresa de um antigo colega de curso e, a partir daí, reconstruir a carreira e a vida pessoal.

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Entre altos e baixos da trama, o que Alicia nos ensina? O valor da (re)descoberta e da superação. Se (re)descubra como profissional, como mãe, como mulher, se redescubra todos os dias e em todos os aspectos possíveis, se preciso for. Alicia se redescobriu inteligente, capaz, sexy, divertida, responsável, dona de si. E tudo bem se um dia não for bem: uma taça de vinho, uma noite de sono e recomece amanhã novamente.

Kalinda Sharma, a coadjuvante

Outra personagem de destaque no seriado é Kalinda, a investigadora que trabalha com Alicia. Kalinda, interpretada por Archie Panjabi, é a figura da mulher segura e bem resolvida. Ponto final.

Mas se engana quem não acompanhou o seriado e pensa que ela sempre foi assim: Kalinda também tem na sua história camadas de um passado não tão feliz, do qual ela consegue se libertar. E é essa liberdade que ela transmite. Liberdade de ser o que quer, do jeito que quer, na hora que quer, com a companhia de quem quer. Sem rótulos, sem amarras. Simples assim.

kalinda

Essas e muitas outras mulheres me fazem refletir sobre a força e o poder que muitas vezes deixamos escondidinho lá no fundo do nosso ser. Poder que devemos resgatar e nos apropriar diariamente. Mais do que desejar um Feliz Dia Internacional da Mulher, desejo que nós mulheres possamos nos descobrir, redescobrir e termos a liberdade e o poder de ser quem, no fundo, já somos.

Precisamos falar sobre BOTOX – parte 1

Quem me conhece sabe que não tenho muuuita vaidade. Morro de preguiça de me maquiar todo dia; tento pelo menos disfarçar as olheiras e espinhas com aquele BB Cream ou corretivo amigo <3 Tampouco sou daquelas que corre pra comprar o último lançamento da moda; gosto de peças atemporais, que não vão durar apenas uma estação no meu guarda-roupa.

Uma das minhas poucas vaidades é estar sempre com as unhas grandes e pintadas. Semanalmente, eu mesma corto, lixo e pinto as minhas filhotas! *-* Elas sempre foram bem fortes e resistentes, mas, agora em Dezembro, elas começaram a descascar nas pontas. Achei que era algo temporário e fui levando. Em Janeiro, ainda na mesma, já deixei de pintá-las para dar a elas um descanso. No começo de Fevereiro, sem melhoras, fui à minha dermatologista e ela me receitou um gel e uma vitamina, além de continuar sem esmalte por um tempo 🙁 (Depois eu conto o resultado pra vocês!)

unhas

Não, não são postiças!

Já que estava lá na consulta, aproveitei para me queixar da velhice precoce: “Dra., sabe o que é… eu acho que minha testa está muito envelhecida para minha idade. Ainda nem cheguei aos 30! O que faço?”. Eis que ela me diz: “Bom, você pode usar alguns cremes hidratantes, à base de vitamina C, que previnem e retardam o envelhecimento.” Me deu duas amostras grátis e continuou: “Sei que você é muito nova e provavelmente não quer ouvir falar de Botox, mas você pode estudar também essa possibilidade para um futuro próximo”. Tomei aquele susto! Mas, curiosa como sou, perguntei quanto custava. E ela me disse que cada sessão custa em torno de 800 dilmas, sendo geralmente duas por ano. #choremos

E lá vai a Zilma depois da consulta pensar sobre botox. E, claro, fui conversar com algumas amigas a respeito. Então, a Lahisla me mostrou este vídeo, super esclarecedor, que me fez perder um pouco do preconceito que tinha da toxina botulínica:

Viu as mil e uma utilidades do botox? Fantástico, né? Eu ainda não vou aplicar. Acho que posso ficar nos creminhos por um tempo. Além disso, preciso cumprir o plano de ficar RYCA primeiro! Mas, um dia, quem sabe?! 😉

Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima

Não acredito que alguém possa ser feliz o dia todo, todo dia. Deve ser humanamente impossível. É claro que existem pessoas com mais facilidade de levar um vida leve, que já acordam de bom humor e não se deixam abater por qualquer ligação irritante de 20 minutos com a operadora de celular.

judite-tim

Judiiiiiiiiiite…

Em algum momento, nem que seja por minutos, temos nossos devaneios, tristezas, irritações, alguma coisa que nos tira do eixo. Eu me entrego: sou do time que oscila bastante o humor. Praticamente uma montanha russa de emoções.

Vivi uma sequência de acontecimentos que me tiraram a tranquilidade nos últimos dias: a Judite me deixou sem 3G por 5 dias e, a cada ligação, me dava uma informação diferente; aquele aplicativo de streaming de filmes, séries etc que a gente não vive mais sem não está salvando minhas configurações; o ferro de passar quebrou e por aí vai. Parece que os mundos eletroeletrônico e digital simplesmente se uniram contra mim. #dramaqueen

Ainda ontem não estava bem, mas fui dormir com o objetivo e a promessa de acordar bem hoje. E é por isso que estou aqui: pra contar pra vocês que consegui levantar mais cedo (me parabenizem!), olhar no espelho e dizer a mim mesma que hoje ia ser um ótimo dia. Me maquiei, vesti minha capa de superpoderes jaqueta e me dei carta branca para me sentir aquela diva-de-comercial-com-trilha-sonora-perfeita por um dia. Segura e dona de si.

A vida é assim mesmo: cheia de altos e baixos, avanços e paradas. O importante não é nunca cair, mas levantar sempre que cair. E cada um tem seu método de levantar: pode ser uma simples maquiagem, uma corrida para liberar as tensões, uma cervejinha com os amigos. Descubra o que te devolve o bem-estar e use essa arma sempre que precisar levantar o ânimo 🙂

proverbio-cair-sete-levantar-oito

“Caia sete vezes, levante oito.”

O que rolou no Carnaval

Mais um carnaval está chegando ao fim e, com ele, muita coisa agitou a internet, como já era de se esperar. Eu tinha planejado aproveitar bastante o carnaval, ir para vários bloquinhos, me fantasiar, dançar todas e tal. Maaaas, a minha cama estava tão disposta a me fazer companhia, que não tive coragem de deixá-la sozinha por muito tempo.

Depois de muita folia academia e Netflix, a Quarta-feira de Cinzas grita carinhosamente que as responsabilidades estão correndo de volta para os meus, os seus, os nossos braços! *hug* [Um minuto de silêncio pra você que já volta a trabalhar na quarta.]

bloco-series-atrasadas

Eu aproveitei o feriadão pra me atualizar na série Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.

Então, pra você que curtiu demaaaaais o carnaval e não teve tempo pra acompanhar os acontecimentos da web ou pra você que teve tempo e não viu todos ou mesmo pra você que viu e quer rever e zás e zás, fiz aqui uma listinha das melhores fantasias que vi para compartilhar com vocês! Confere aí:

1. Categoria “GIF” – O John Travolta Confuso

 

2. Categoria “escritor do Facebook” – O textão

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3. Categoria “histórias da vida real” – Atrasados do ENEM
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4. Categoria “Foi sem querer querendo” – Gina!
Cláudia Leitte se fantasiou de Gina sem querer, com certeza. HAHAHA 

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5. Categoria “fantasia coletiva” – Bloco Super Mario World
Esse bloco já desfila há alguns anos, mas não deixa de ser incrível, né? *-*

 

BÔNUS
O que mais rolou nesse carnaval!

Além das fantasias, as celebs sempre ganham destaque de alguma forma:

6. A musa do impeachment (aspirante a celebridade – cof cof) fez protesto no sambódromo do Anhembi, tirando a roupa. Será que ela queria aparecer? Confere aqui!

7. Suzana Vieira só escutou o seu nome na boca do povo. Humilde, como sempre! Espia.

8. Ivete sendo Ivete: depois de Saulo se recusar a cantar o hit do carnaval, Paredão Metralhadora, ela vai lá, dá sermão e canta. Vê aqui.

9. Anitta fez a Cláudia Leitte com a Cláudia Leitte. Não, você não leu errado!
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10. A Vera Holtz quebrando a internet com suas fotos tomando chá de boldo!
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E, por hoje, é só, pessoal! 😀

Dia do Publicitário

Hoje, 1º de fevereiro, é o Dia do Publicitário e não podia deixar esta data passar em branco, já que temos duas publicitárias aqui no blog \o/\o/

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Eu, particularmente, tive bastante dúvida no momento de escolher o curso na inscrição do vestibular. Pensei em Educação Física, Letras, Jornalismo… e acabei marcando o fatídico 12B na inscrição da UFC (código do curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na Universidade Federal do Ceará). Em paralelo, fiz prova para Administração na UECE (Universidade Estadual do Ceará) e Turismo no IFCE (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará). Como já havia sido aprovada em Publicidade e Administração, acabei desistindo da segunda etapa do vestibular de Turismo, mas tive que optar por um dos dois cursos em que havia sido aprovada, já que não podia ocupar duas vagas públicas no mesmo semestre. Aí vocês já sabem qual foi minha escolha, claro! Publicidade na veia \m/

Com a Lahisla, foi bem diferente. Ela conta, aqui na página Quem Somos, que decidiu bem cedo que queria ser publicitária.

Ao ingressar na faculdade e principalmente no mercado de trabalho, percebemos que nem tudo é um mar de rosas. Ou de criatividade. É bem verdade que essa profissão, assim como tantas outras, é subestimada. Rotineiramente somos “substituídos” pelo “sobrinho” do cliente e estamos sujeitos à subjetividade e bom senso dele para aprovar o que construímos com base em estudos e experiências.

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Às vezes é frustante, não vou mentir. Bate aquele devaneio hipotético: “e se eu tivesse feito outro curso?”. No meu caso, busco conhecimento complementar na área da Administração para preencher esse – digamos – vazio. No mais, seguimos aquela máxima que diz: “a gente se f***, mas se diverte”. Não há alegria maior para um publicitário do que ter seu job aprovado!

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Há, sim: a de ter seu trabalho devidamente reconhecido :’) E dizem que não tem muito segredo para chegar ao sucesso: tem que gostar do que faz e dedicar-se. Então, se você gosta da profissão que escolheu, mergulhe fundo na segunda etapa 😀

“Uns sonham com o sucesso, nós acordamos cedo e trabalhamos duro para consegui-lo” – Abílio Diniz.

Três garotas na calçada da vida

A vida é como uma calçada (de Fortaleza, claro): um caminho cheio dos mais diversos empecilhos para que você tropece ou aprenda a desviar e continue andando; no qual você tem que parar de vez em quando, olhar para os lados, e atravessar uma rua, para continuar a caminhada.

Mas essa calçada também tem seu lado bom. Aquela sombra debaixo de uma árvore, numa rua tranquila, pra sentar na cadeira de balanço com alguém do lado pra jogar conversa fora. Ou aquele calçadão à beira-mar cheio de gente fitness que corre, pedala, se movimenta.

E foi numa dessas calçadas da vida, que nós – as três garotas – nos conhecemos. Estávamos caminhando em busca de conhecimento, quando nos esbarramos no mesmo curso de MBA. No meio desse caminho, uma de nós resolveu mudar de calçada, mas o laço já estava feito (nhooom <3).

A saudade das fofocas nos fez marcar um encontro e rapidinho surgiu a ideia de criarmos um blog. Aí começou a saga: qual seria o nome do dito cujo? Meu povo, ô coisa difícil. Threesome? Não, muito sexual. Sassaricando? Quem foi mesmo que deu essa ideia!? Argh! Bang, reticências, foda-se? Não, não e não.

Descobrimos, então, uma música do Kid Abelha, chamada… Advinha como??? Três garotas na calçada. TCHA-RAM!

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Não. Não somos fãs do Kid Abelha. E não. A música não tem muito (ou nada) a ver com a gente. Você pode conferir a letra aqui. Mas, fazer o quê? Nos identificamos com o nome. E quer saber? Tem um trecho que vale a música toda:

“A calçada vai dar na estrada
E a vida na estrada nunca vai terminar”

E assim nascemos como blog \o/ Por aqui, você poderá ler sobre beleza, relacionamentos, comportamento, trabalho, diversão, tudo que ronda nossa calçada da vida. Sejam bem-vindos à nossa calçada e voltem sempre 🙂

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