Month: setembro 2016

Sim, sou feliz fazendo dieta

Existe um meme que circula por esse mundão da internet que diz assim: “ou você é feliz ou faz dieta”. Concordo que comer é um dos maiores prazeres da vida, mas acredito que a autoestima é crucial para a felicidade. É preciso amor próprio.

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Se você é feliz com o corpo que tem e comendo o que deseja, você deve fazer parte da minoria da população, segundo minhas estatísticas de achismo! Ouço, praticamente todos os dias, pessoas dizerem que não estão felizes com o seu corpo. E eu me incluía nesse grupo num certo período entre 2013 e 2015. Tinha chegado a um peso que meu corpo nunca tinha conhecido e isso estava me incomodando muito. Mas reclamar, reclamar e não fazer nada a respeito não adianta, né? “Um belo dia resolvi mudar”, como diria Rita Lee.

O primeiro passo foi tentar praticar corrida, ainda que sem ajuda profissional. Era uma atividade que já tinha tentado iniciar várias vezes, mas sempre desistia por algum motivo que camuflava a preguiça. Em agosto de 2015, comecei a tomar mais gosto pela corrida quando participei da minha primeira corrida de rua, proporcionada pela empresa na qual trabalho. Em outubro do mesmo ano, entrei na academia. Acho que esse foi o passo mais decisivo. Passei a frequentar a academia praticamente todos os dias, inclusive domingos e feriados (coisas que a Smart Fit nos proporciona!). Simultaneamente, comecei, por conta própria, uma discreta reeducação alimentar.

Com esse combo academia e alimentação saudável (ou menos porquinha!), cheguei em janeiro deste ano (2016) com praticamente todos os quilos indesejados perdidos. 😀 A vontade de continuar nesse novo estilo de vida só crescia. No mês seguinte, comecei mais duas atividades: sapateado e corrida, esta de forma regular e com acompanhamento profissional, da assessoria Hapvida +1K. E, pasmem, ambas GRATUITAS. Quando a gente tem um objetivo claro, desejo e determinação para alcançá-lo, caminhos não faltam!

Gente, preciso compartilhar com vocês: comecei a me ver com outros olhos no espelho. E comecei a amar isso! <3

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Emocionada :~)

O mais recente passo que dei nesse processo, que deveria ou poderia ter sido um dos primeiros, foi agendar uma consulta com Nutricionista. A primeira consulta foi em julho – comecei a dieta no meio das minhas férias – e, nos primeiros 45 dias, consegui substituir 4% de gordura por massa magra na composição corporal. Imagina o tamanho da felicidade?

A rotina é difícil? Sim, não vou mentir. Acordo cedo de segunda a sábado, ando pra cima e baixo com minha lancheira, faço atividades todos os dias – às vezes duas por dia, chego em casa cansada e ainda tenho que arrumar tudo para o outro dia. Mas sabe o que é mais impressionante? É a capacidade das pessoas não apenas notarem a mudança, mas fazerem comentários desnecessários sobre uma decisão que EU tomei.

– “Nossa, você ‘tá’ magra demais. Come mais.”

– “Já ‘tá’ tão magrinha. Quer sumir?”

– “Dieta pra quê, se ‘vamo’ ‘tudo’ morrer?”

(…)

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Eu não cheguei ao ponto de abdicar da pizza ou cervejinha com amigos. Também não julgo quem decide por abdicar ou quem come o que quer, se assim julgar melhor. Descobri que o segredo da minha autoestima e felicidade HOJE está no equilíbrio. No final das contas, além da saúde, o que importa é a autoestima. Então, SIM, SOU FELIZ FAZENDO DIETA. E muitas atividades \o/

E vocês podem conferir o resultado dessa minha descoberta na comparação abaixo entre uma foto de novembro/2014 e setembro/2016 😀

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Nov/2014 x Set/2016

O crush é onipresente

O crush não é um conceito novo, seja no mundo, na nossa cultura ou nas nossas vidas, ele sempre existiu. Indo contra a moda de substituir o maior número de expressões por seus correspondentes na língua inglesa, eu escolho chamar o meu crush de amor platônico. A paixonite é minha e eu chamo como quiser. Nós já falamos sobre esse tema aqui, mas hoje, eu resolvi compartilhar um pouquinho da minha experiência com o amor não concretizado e, olha, a história é longa!

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Era uma vez um crush…

Você pode não lembrar, mas aposto que, desde a primeira infância, você já andava por aí se apaixonando por uns e outros. Se você quer saber, o crush amor platônico é onipresente, ele SEMPRE esteve lá. “Lá onde?”, você me pergunta. Lá, na sua cabeça! E como é difícil tirar ele de lá. Se um some, logo outro aparece. Na minha cabeça, ou, se você for romântica, no meu coração, já bateram ponto MUITOS amores platônicos, a rotatividade por aqui é bem alta.

Sabe aquela música que diz “o primeiro foi seu pai”…? Pois é, na minha lembrança, o pioneiro platônico foi o meu progenitor. Ele que contribuiu com metade da minha carga genética, cuidou e deu carinho, não podia ter outro destino senão virar a primeira paixonite da filha. Até aí, nada de novo. O “pai amor platônico” é quase uma unanimidade. A graça começa quando damos início à vida escolar e, finalmente, passamos a conviver com uma diversificada variedade de potenciais amores platônicos.

Não citarei nomes para proteger a identidade dos envolvidos e a minha privacidade, mas lembro até hoje da minha primeira paixonite do colégio ainda na pré-escola, coisa rápida, mas se repetiu alguns anos depois… O segundo era o menino mais lindo do colégio. Não sei se mais alguém achava, mas pra mim era! Minha maior chateação foi não ter dançado com ele na festa de conclusão do ABC. O encanto quebrou alguns anos depois, quando ele pediu pra pescar na prova. CRUSH. CRACK. POW. Essa primeira desilusão, abalou meu emocional infantil. Foi quando tive uma recaída com o primeiro amor. Mais uma vez, não durou muito. Acho que não tínhamos química!

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Veja que isso aconteceu na minha primeira década de vida. Eu era uma crusheira iniciante e inexperiente.  Mas a profissionalização veio antes mesmo de deixar o fundamental. Me apaixonei por colegas de sala, colegas da sala ao lado, primos, primos das minhas primas, vizinhos, garotos do transporte escolar… Tudo isso e eu cheguei ao Ensino Médio sem nunca beijar na boca! Sério, eu fui a rainha do amor platônico! Meu primeiro beijo só aconteceu aos 16 anos e adivinha com quem! Um amor platônico! Essa foi minha segunda desilusão. Não que tenha sido ruim, pelo contrário, mas 5 minutos depois eu não queria ver a cara do então ex-amor platônico pintada de ouro na minha frente. Vai entender!

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No Ensino Médio, eu fui apaixonada por amigos, amigos dos amigos, pelo garoto do outro colégio que eu via na parada, pelos atletas da equipe de natação, vôlei e handebol… tudo isso sem dar um beijinho sequer. Eita, vida dura! Mas aí, veio a faculdade, o trabalho, o mundo além das estruturas pelas quais andamos tradicionalmente, e a variedade de possíveis amores ficou ainda maior. Alguns desses amores foram concretizados, outros não. Alguns foram concretizados e depois tornaram-se platônicos… Com o tempo, essa história de crush foi ficando muito complexa, mas o que posso afirmar é que eles sempre existiram e sempre vão existir. Você sabe que eles estão lá!

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Todo dia, um novo 7×1

Um dos maiores acontecimentos da Copa do Mundo de 2014 foi, sem sombra de dúvidas, o fatídico placar da semifinal Brasil 1 x 7 Alemanha. Ainda lembro como se fosse hoje: tinha conseguido uma mesa, de última hora, em um bar lotado pra assistir ao jogo com uma amiga. Aos primeiros goles de cerveja e beliscadas no petisco, vimos a Alemanha iniciar sua goleada.

Depois do terceiro ou quarto gol, já não sabíamos mais diferenciar o que era replay do que era ao vivo. Estávamos – todos no bar – zonzos, atônitos, completamente desnorteados. Silêncio no recinto.reginaldo-rossi-garcom

Garçom!? A conta, por favor.

Não sei quantos masoquistas restaram no estabelecimento ao final do jogo.

O placar virou meme, óbvio! Mais que isso, diria que virou um jargão metafórico do nosso dia a dia, onde quaisquer desventuras em série são comparadas a ele. Prato cheio para os dramáticos e pessimistas, não basta sofrer um 7×1 só na vida, tem que ser todo dia.

7x1

No que deveria ser mais um belo dia de 2016, revivi aquela sensação de estar perdida, desnorteada. Depois de tanto usar ordinariamente o que descrevi como jargão metafórico, pensei estar sofrendo meu 7×1 pessoal de verdade.

O que eu não sabia naquele momento é que, nessa partida, o “Brasil” tinha feito seu único gol antes da “Alemanha” marcar os seus sete. Aos poucos, o desespero foi passando e o cenário tomando forma. Desanuviei. Entendi que, de fato, era um 7×1. Mas, dessa vez, eu não era o time canarinho. Um novo 7×1! E agora, volta e meia, me pego sussurrando: gol da Alemanha.

BELO HORIZONTE, BRAZIL - JULY 08: Miroslav Klose of Germany celebrates scoring his team's second goal during the 2014 FIFA World Cup Brazil Semi Final match between Brazil and Germany at Estadio Mineirao on July 8, 2014 in Belo Horizonte, Brazil. (Photo by Robert Cianflone/Getty Images)

(Photo by Robert Cianflone/Getty Images)

Marchesa e a riqueza dos bordados da grife inglesa

O Pinterest é a rede social na qual eu mais encontro inspirações de moda e beleza. Numa dessas imersões (fico horas e horas rolando a tela do smartphone…), encontrei uma grife que ainda não conhecia, a Marchesa. Nunca tinha visto bordados tão lindos e perfeitamente trabalhados como nos vestidos dessa grife inglesa, tão lindos que eu tive que vir compartilhar aqui no blog.

Tanta beleza tem a ver com o histórico das criadoras da marca, Georgina Chapman e Keren Craig, que eram amigas do tempo de escola e compartilhavam a paixão pela moda. Georgina tem experiência como figurinista e Keren estudou moda e se especializou em estamparia e bordado. Uma bela mistura para criar looks exuberantes!

Como amo bordados e valorizo muito o trabalho manual, minha atenção foi logo fisgada pelo vestido que a Olivia Palermo usou em um evento. Veja só se tem como não amar!

Olivia Palermo vestindo Marchesa em 2011

Olivia Palermo vestindo Marchesa – 2011

Olivia Palermo vestindo Marchesa em 2011

Detalhes do vestido Marchesa usado por Olivia Palermo

Essas duas imagens foram só o começo. Precisei ver mais, saber mais sobre a marca e vi muitos vestidos maravilhosos, principalmente os vestidos de noiva, onde elas capricham ainda mais nas rendas, bordados e texturas. Olha só que maravilhosos estes modelos!

Vestido de casamento Marchesa

Vestido de noiva da grife Marchesa

Vestido de noiva Marchesa

Detalhe do vestido de noiva Marchesa

Vestido de noiva Marchesa

Vestido de noiva Marchesa

Não tenho muito o que dizer além de mostrar imagens que demonstrem a riqueza de detalhes que tem o trabalho da Marchesa. Todas as coleções têm peças deslumbrantes, mas a de 2011 é uma das que tem mais imagens no Pinterest e me fizeram ter a grife como referência em bordados e texturas. Como dizem por aí, é luxo, poder e sedução! Rsrs

Vestido Marchesa

Vestido Marchesa – Verão 2011

Detalhe do vestido Marchesa

Detalhe do vestido Marchesa

Detalhe do vestido Marchesa

Detalhe do vestido Marchesa

Quem tiver curiosidade de ver coleções mais atuais, o YouTube tem vários desfiles da marca. Vou deixar aqui o vídeo da coleção de Verão 2016.

Se você amou esses modelos, ama bordados, comenta aqui! Se não gostou, comenta também que a gente gosta de saber opiniões diferentes da nossa.

Até a próxima inspiração irresistível!