O post de hoje é breve e objetivo ou, como dizem por aí, curto e grosso. Outro dia escutei um podcast que falava, dentre outras coisas, sobre os profissionais “estrelinhas” das agências de publicidade e lembrei uma lição que aprendi, prática, com uma ex-gerente. Aprendemos juntos, na verdade; eu, ela e equipe. E essa lição vale não só para agências, mas para empresas em geral.

E o que é o profissional estrelinha? É aquele profissional que é muito foda bom, tecnicamente falando, mas tem uma personalidade muito foda difícil de lidar. É aquela pessoa que se sente e se mostra superior, acha que está sempre certa, não recebe bem feedbacks, sua opinião ou seu trabalho é sempre o melhor, muitas vezes não trabalha bem em equipe, etc.

E qual o funcionário ideal para a sua equipe? Ideal, ideal parece ser difícil de achar, até porque a palavra ideal transmite uma ideia de perfeição, que parece utopia, que… Pois bem! Também não vale abrir mão de um profissional tecnicamente bom por um apenas “gente boa”. As empresas precisam de produtividade, óbvio!

equilibrio

É preciso equilíbrio, como tudo na vida. Entre um profissional muito bom tecnicamente e de personalidade difícil e um profissional bom tecnicamente e de bom relacionamento, opte pelo segundo. É muito mais fácil desenvolver mais a técnica do que mudar características pessoais de alguém. A empresa rende muito mais com alguém disposto a crescer e a ajudar a equipe.

Uma contratação é sempre uma aposta. A empresa ou o gestor, mais especificamente, está apostando que aquele novo funcionário trará bons resultados. Mesmo não tendo 100% de certeza que o novo funcionário dará certo, a aposta deve se aproximar disso. Na dúvida, não contrate.

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