Month: março 2016

3 tendências de moda das passarelas direto para as ruas

Desfiles de moda muitas vezes não são bem compreendidos pelas pessoas normais, aquelas que nunca estudaram estilismo e moda na vida. Os grandes estilistas usam aquele momento para expressar a sua criatividade para o mundo e, principalmente, para os críticos das maiores publicações de moda. Porém, nas passarelas com tendências para o verão 2016, alguns itens foram direto para as ruas e eu vou citar alguns deles pra você.

Looks delicados com rendas

As rendas são tão românticas e estavam presente em vários desfiles. Esse da Água de Coco tem uma pegada bem tropical, já que estamos falando de uma marca de moda paia, mas as rendas foram vistas em outras marcas mundo afora.

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Água de Coco

Cores claras e branco pra o dia e para a noite

O branco e o cru são as cores desse verão. Pra quem acha que branco é só pra o ano novo, engana-se! É uma cor muito elegante e super tendência pra usar de dia e de noite.

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PatBo

 

Vestidos em formato A

Vestidos soltos, sem marcação na cintura e bem leves foram bem presentes nos desfiles do verão 2016 e foram direto das passarelas para as ruas. Eu adoro o conforto deles!

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Colcci

 

Percebeu que essas três tendências foram tão fortes nas passarelas que se misturaram nos três looks? Então aproveita que o verão brasileiro, principalmente o cearense, dura o ano quase todo e se joga nas tendências da estação.

Quanto custa ir ao show do seu ídolo?

Alguns podem dizer que ir a um show do seu ídolo internacional custa os olhos da cara, mas eu te digo que não tem preço! Então pra você que está na dúvida se deve desembolsar algumas centenas ou milhares de reais (sim, MILHARES!) pra realizar esse tipo de sonho, eu vou compartilhar um pouco das minhas experiências em shows internacionais.

Até 2012 eu era descrente, era daquelas que achava que nunca ia conseguir viajar pra ver um artista internacional tocar ou que Fortaleza nunca receberia uma turnê mundial de alguma estrela do rock. Tudo mudou quando comecei a namorar um fã incondicional do Pink Floyd e logo depois o Roger Waters, baixista e vocalista da banda, veio ao Brasil com a turnê The Wall, um dos maiores álbuns do rock mundial. A equação da motivação pra ir ao primeiro show internacional estava completa: um clássico do rock + viagem com o namorado + ingresso de presente de um ano de namoro = #PartiuShowDoRogerWaters

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Eu nem era uma das maiores fãs do Pink Floyd, mas o show foi o espetáculo mais lindo que eu já vi na minha vida. O palco era imenso e cheio de detalhes milimetricamente pensados pra encantar todo mundo que estava lá. A música eu nem preciso dizer nada, não tem nem como definir o The Wall sendo tocado ao vivo. Se eu não era tão fã, virei depois disso! E o terreno estava preparado pra que eu fosse pra o próximo show internacional.

Para a felicidade minha e dos meus amigos, o Dream Theater veio tocar em Fortaleza em 2014. Uma das maiores bandas de metal progressivo, com um dos maiores guitarristas do mundo (John Petrucci <3) e uma das bandas que eu mais ouvia durante a adolescência. Um espetáculo lindo, apesar do som do local do show não ser lá essas maravilhas todas.

Então o David Gilmour, guitarrista e vocalista do Pink Floyd, veio ao Brasil em 2015 e lá fomos nós novamente. Dessa vez  curtimos não um, mas os dois dias de show dele em São Paulo e completamos a missão Pink Floyd nessa vida.

Agora estou aqui na expectativa pra ver o Iron Maiden tocando ao vivo em Fortaleza amanhã. Bem aqui, do lado da minha casa praticamente!

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E você deve estar aí se perguntando: “mas ela não ia falar dos custos?”. Sim, agora se prepare para a facada o orçamento de cada um dos shows.

Roger Waters – The Wall World Tour – Rio de Janeiro
Ingresso: R$600,00 (ganhei de presente)
Passagens de avião: R$500,00 (compradas com 6 meses de antecedência)
Hospedagem: R$700,00 (em hotel 4 estrelas durante 4 dias)
Transporte para o show: R$80,00 (de táxi)
Alimentação e gastos extras: R$400,00
Total: R$2.280,00

Dream Theater – Along for the Ride World Tour – Fortaleza
Ingresso: R$1.500,00/ 10 = R$150,00 (um camarote dividido pra 10 pessoas)
Passagens, hospedagem e transporte: R$0,00 (estava em casa \o/)
Alimentação e gastos extras: R$10,00 (só gastei com água)
Total: R$160,00

David Gilmour – Rattle That Lock World Tour – São Paulo
Ingresso: R$800,00 + R$400 = R$1200,00 (porque foram dois dias de show)
Passagens de avião = R$1200,00 (inflação, minha gente!)
Hospedagem: R$300,00 (Airbnb é vida!)
Transporte pra o show: R$0,00 (me hospedei muito perto e fui a pé)
Alimentação e gastos extras: R$700,00
Total: R$3.400,00

Iron Maiden – The Book of Souls World Tour – Fortaleza
Ingresso: R$340,00
Passagens, hospedagem e transporte: R$0,00 (estou em casa \o/)
Alimentação e gastos extras: R$100,00 (de cervejas e água pra pegar copos da turnê)
Total: R$440,00

Pode parecer caro, mas são experiências pra lembrar e contar pra o resto da vida. Vale muito a pena colocar na ponta do lápis, fazer todas as contas e curtir os seus ídolos. Dizem que eles são eternos, mas ver tocando ao vivo pode ser uma única vez na vida. Aproveite!

M.A.C e as coleções que a gente ama

A M.A.C é hoje um desejo pra quem ama maquiagem como eu. A gigante do mercado de beleza nem de longe parece aquela marca que surgiu da necessidade de um cabeleireiro e um maquiador canadenses por maquiagens com melhores fixação, pigmentação e texturas. Desde os batons produzidos em uma cozinha nos anos de 1980, exclusivos apenas para maquiadores profissionais, muita coisa mudou até chegarmos às coleções limitadas e assinadas por grandes nomes da música, da moda e das artes.

Até 2013, eu não tinha muito acesso às coleções da M.A.C porque ela não tinha tantas lojas físicas espalhadas pelo Brasil como tem hoje e também não tinha loja virtual brasileira. Até que em 2015 a M.A.C lançou uma coleção assinada pela Julia Petit, de quem eu sou fã há muitos anos. Sem querer entregar a idade, mas já entregando, eu fiz a primeira comunidade para a Julia Petit no Orkut. Então eu não poderia ficar sem alguns itens dessa coleção! Olha só eles que lindos.

Coleção MAC Julia Petit

Coleção MAC Julia Petit (cores: Boca, Petit Red e Açaí)

 

Depois dessa, veio a coleção com a embalagem que eu acho a mais linda de todas: M.A.C Toledo. A cor branca com desenhos dos artistas Isabel e Ruben Toledo ganharam meu coração (e meu bolso).

Coleção MAC Toledo

Coleção M.A.C Toleto (cor: Sin)

Essas são as que eu mais amo e, vale ressaltar, que eu consegui comprar antes de esgotarem. Sim, elas esgotam incrivelmente rápido, em poucas horas após o lançamento. Na coleção da Julia Petit, por exemplo, o batom na cor açaí esgotou em apenas 24h nas lojas de Fortaleza e em menos tempo ainda na loja virtual da M.A.C.  Até houve reposição, mas que também se esgotou um poucas horas.

Pra 2016 as coleções estão irresistíveis também. Vem por aí…

Mais cores na segunda coleção com o estilista Giambattista Valli

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Coleção M.A.C Giambattista Valli

E a coleção com o estilista Chris Chang

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Coleção M.A.C Chris Chang

Alguém se apaixonou pelos próximos lançamentos? Comenta aqui e compartilha. ;D

Amores platônicos – Quem nunca?

Você lembra do seu primeiro relacionamento amoroso? Eu não estou falando do seu primeiro beijo ou namoradinho(a) da escola. O nosso primeiro relacionamento geralmente é um grande e inabalável amor platônico por algum ídolo.

Até os meus 9 anos de idade, eu namorava com o Zac Hanson, aquele mini baterista fofíssimo da banda Hanson, mas ele não sabia disso, óbvio. Não podia passar um clipe na TV que já tentava ver tudo sem piscar os olhos, gravava em fita VHS (#alertadevelhice) todos os programas dos quais ele participava e via em looping infinito depois, comprava revistas que tinha fotos dele, usava a Internet pra baixar fotos e gravar em vários e vários disquetes (#alertadevelhice2) e sabia absolutamente tudo sobre ele, até que ele amava comer jujubas. Eu comecei a comer jujubas por causa disso, porque até então era o doce que eu desprezava em todas as festinhas infantis.

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Aos meus 10 anos, o filme Titanic estreou e o Leonardo Dicaprio aconteceu na minha vida. E na vida de 10 entre 10 meninas da minha idade! Vi esse filme pelo menos 3 vezes no cinema, comprei os 2 VHS do filme (sim, era dividido em duas partes) e tudo mais que eu sempre fazia ao entrar em outro relacionamento como esse.

Com 13 anos, eu conheci o Axl Rose no clipe de Sweet Child O’Mine e ele foi o homem da minha vida. Mesmo Guns N’Roses não estando mais no auge, eu alimentava o meu amor platônico por ele com muitas e muitas fotos, músicas e clipes. E como foi decepcionante ver ele no Rock in Rio 3, gordo, desafinado e apenas suando feito um suíno.

E como era bom! Mesmo que muitos pensem que é ruim ter qualquer tipo de amor platônico, eu digo que, na infância e na adolescência, isso é maravilhoso e faz a gente refletir sobre os nossos relacionamentos depois de adultas. Vou te dizer o porquê:

1) Nossos amores de infância sempre são apenas lindos. OK, eles podem ser excelentes cantores, atores e tudo mais, porém nosso amor se baseava principalmente na beleza deles. Quando a gente cresce, percebe que existem muitos outros pontos, antes da beleza, que contam para a gente amar alguém, como companheirismo, interesses em comum, planos de vida parecidos etc. Quem não percebe isso nem depois de adulta e continua procurando apenas os “gatinhos” provavelmente vai entrar e sair de vários relacionamentos que não darão certo.

2) Quando crescemos, percebemos que nossos amores platônicos só são perfeitos porque estão distantes de nós. Mesmo sabendo tudo sobre eles (da comida favorita ao tamanho do sapato), não sabemos como são a personalidade e os hábitos deles na intimidade. Então, se você não aprendeu ainda, aprenda uma lição: as pessoas que estão mais perto de nós são as que têm mais chance de nos decepcionar em algum momento. Namoro e casamento se constroem com amor, renúncia e perdão quando necessário.

Hoje eu e as outras duas garotas na calçada somos adultas, nos aproximamos dos 30 anos (cof cof), temos ou procuramos relacionamentos reais e… continuamos com alguns amores imaginários, porque  ninguém é de ferro! A diferença é que temos plena consciência da realidade que falamos acima.

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Eu e o Bruno Mars, por exemplo, poderíamos ser um par perfeito. A Zilma e o Adam Levine; a Carol e o Jensen Ackles também! E assim seguimos exercitando a nossa imaginação amorosa. E você? Conta pra gente qual o seu amor imaginário! <3

 

Técnica x relacionamento: Qual o funcionário ideal?

O post de hoje é breve e objetivo ou, como dizem por aí, curto e grosso. Outro dia escutei um podcast que falava, dentre outras coisas, sobre os profissionais “estrelinhas” das agências de publicidade e lembrei uma lição que aprendi, prática, com uma ex-gerente. Aprendemos juntos, na verdade; eu, ela e equipe. E essa lição vale não só para agências, mas para empresas em geral.

E o que é o profissional estrelinha? É aquele profissional que é muito foda bom, tecnicamente falando, mas tem uma personalidade muito foda difícil de lidar. É aquela pessoa que se sente e se mostra superior, acha que está sempre certa, não recebe bem feedbacks, sua opinião ou seu trabalho é sempre o melhor, muitas vezes não trabalha bem em equipe, etc.

E qual o funcionário ideal para a sua equipe? Ideal, ideal parece ser difícil de achar, até porque a palavra ideal transmite uma ideia de perfeição, que parece utopia, que… Pois bem! Também não vale abrir mão de um profissional tecnicamente bom por um apenas “gente boa”. As empresas precisam de produtividade, óbvio!

equilibrio

É preciso equilíbrio, como tudo na vida. Entre um profissional muito bom tecnicamente e de personalidade difícil e um profissional bom tecnicamente e de bom relacionamento, opte pelo segundo. É muito mais fácil desenvolver mais a técnica do que mudar características pessoais de alguém. A empresa rende muito mais com alguém disposto a crescer e a ajudar a equipe.

Uma contratação é sempre uma aposta. A empresa ou o gestor, mais especificamente, está apostando que aquele novo funcionário trará bons resultados. Mesmo não tendo 100% de certeza que o novo funcionário dará certo, a aposta deve se aproximar disso. Na dúvida, não contrate.

Tênis branco está na moda e a gente agradece!

Eu adoro quando itens confortáveis estão na moda. Não que eu precise que as coisas estejam na moda para eu usar, mas porque as marcas começam a lançar diversos modelos diferentes para a gente escolher, além de revistas e blogs de moda mostrarem muitas combinações lindas pra eu me inspirar.

O item que está tomando as publicações de moda desde o ano passado é o tênis branco. Ele fica lindo em looks do dia a dia, para o trabalho ou para a faculdade e compõe looks bem despojados quando combinados com um vestido. Olha só algumas inspirações lindas que eu pincei no Pinterest!

tênis branco

 

tênis branco

 

tênis branco

 

Além de super confortável, o tênis branco é clássico e muito fácil de combinar com diversos looks. Vale muito a pena o investimento em um modelo que dure bastante! Eu escolhi um Adidas branco com bolinhas pretas bem pequenas, que dão um charme, mas não são tão chamativas.

Adidas Adria branco

 

Então monta no conforto e vem comigo! ;D

Top 5 séries: Escolhas da Lahisla

Televisão

Eu me arrisco a dizer que em tempos de crise, violência urbana e tudo de ruim que os tempos modernos trouxeram, um dos meus programas favoritos é ficar em casa, comendo pipoca e vendo séries na Netflix. Podem dizer o que for, criar memes ironizando quem faz “maratona” de séries, me chamar de antissocial, eu continuo amando.

Pensando em quem também ama ver séries, adora fazer uma maratona e curtir os fins de semana e os feriadões entre lençóis, eu vou compartilhar as minhas 5 séries favoritas. Vamos lá!

1. House of Cards

Estratégia e manipulação quase conseguem resumir o melhor dos personagens Frank e Claire Underwood, o casal protagonista da série que se passa nos bastidores da política americana. Os corredores e cômodos da Casa Branca são o cenário da maior parte da trama, que mostra como a ambição de Frank o levará à tão arduamente desejada cadeira de presidente mais importante do mundo. E será que ele se manterá? Assiste pra ver! São tantas reviravoltas, tantas emoções, que eu assisto uma temporada inteira de uma vez só na Netflix.

2. Breaking Bad

Quando comecei a assistir Breaking Bad ainda não tinha Netflix (ou pelo menos eu não lembro de ter no Brasil), mas ela está disponível inteira lá. A série conta a história de Walter White, um professor de química que descobre que tem câncer e passa a produzir metanfetamina para garantir o futuro da família após a sua morte. O problema é o quanto Walter White vai gostar desse “emprego temporário”. Assista e você ficará cheio de “quotes” (“citações”) na cabeça por um bom tempo!

3. Sense 8

Diversidade de gêneros e culturas é o ponto mais forte dessa série. Ela conta a história de 8 pessoas, de diferentes lugares do mundo, que começam a compartilhar sentimentos e habilidades e a serem perseguidos por isso. Agora imagine quanta reflexão pode surgir daí. Vale muito a pena ver a primeira temporada na Netflix!

4. Narcos

A série conta a origem e a ascensão do traficante colombiano Pablo Escobar, que comandou a maior operação de tráfico de cocaína do mundo nos anos 80. Apesar das críticas em relação ao espanhol com sotaque brasileiro do Wagner Moura, que interpreta Escobar na série, eu adorei e está no meu Top 5.

5. Once Upon a Time

Essa eu escolho pela fofura, minha gente! Em Once Upon a Time, os personagens das estórias infantis recebem uma maldição da Bruxa Má, da Branca de Neve, e vêm parar no mundo real. Sem se lembrar de quem são e sem contar com a magia, a cidade de Storybrooke recebe Emma e, a partir daí, tudo pode mudar. Sem querer dar spoiler, eu posso dizer que amo o Hook, o Capitão Gancho. <3

E você, qual é a sua preferida? Comenta aqui pra a gente saber e assistir também.

As mulheres do seriado The Good Wife

Hoje, 8 de março, é o Dia Internacional da Mulher e nada mais justo do que falar delas. De nós, na verdade! A luta por igualdade social, política e econômica entre os sexos não é de hoje, mas vem se intensificando e ganhando mais força nos últimos anos. Atrizes, cantoras, escritoras e outras personalidades femininas fazem coro ao movimento do feminismo.

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Seja na vida real ou na ficção, temos muitas mulheres que são fontes de inspiração. Hoje eu resolvi falar de duas personagem específicas de um seriado, que considero muito emblemáticas:

Alicia Florrick, protagonista do seriado The Good Wife

No seriado que está em sua última temporada (já sofro com este fim próximo!), a Juliana Marguiles construiu uma personagem que saiu da fragilidade para o empoderamento – a palavra da vez. Como o nome do próprio seriado sugere, Alicia é a boa esposa. A história dela começa com um grande escândalo sobre corrupção e traição (diveeeersas, na verdade) do seu marido, o Procurador Peter Florrick. Dá pra imaginar que a soma de escândalo político mais escândalo sexual é um verdadeiro desastre, né?

Alicia havia largado a carreira de advogada para cuidar da família e, depois de 13 anos de dedicação ao lar e apoio à carreira do marido, viu-se perdida no meio de uma invasão de privacidade por parte da imprensa, olhares tortos das vizinhas e uma única certeza: não saber o que fazer.

Depois de perder da casa à dignidade, Alicia resolve recomeçar. Do começo. E bate em todas as portas de escritórios de advocacia até conseguir um emprego de cargo Júnior na empresa de um antigo colega de curso e, a partir daí, reconstruir a carreira e a vida pessoal.

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Entre altos e baixos da trama, o que Alicia nos ensina? O valor da (re)descoberta e da superação. Se (re)descubra como profissional, como mãe, como mulher, se redescubra todos os dias e em todos os aspectos possíveis, se preciso for. Alicia se redescobriu inteligente, capaz, sexy, divertida, responsável, dona de si. E tudo bem se um dia não for bem: uma taça de vinho, uma noite de sono e recomece amanhã novamente.

Kalinda Sharma, a coadjuvante

Outra personagem de destaque no seriado é Kalinda, a investigadora que trabalha com Alicia. Kalinda, interpretada por Archie Panjabi, é a figura da mulher segura e bem resolvida. Ponto final.

Mas se engana quem não acompanhou o seriado e pensa que ela sempre foi assim: Kalinda também tem na sua história camadas de um passado não tão feliz, do qual ela consegue se libertar. E é essa liberdade que ela transmite. Liberdade de ser o que quer, do jeito que quer, na hora que quer, com a companhia de quem quer. Sem rótulos, sem amarras. Simples assim.

kalinda

Essas e muitas outras mulheres me fazem refletir sobre a força e o poder que muitas vezes deixamos escondidinho lá no fundo do nosso ser. Poder que devemos resgatar e nos apropriar diariamente. Mais do que desejar um Feliz Dia Internacional da Mulher, desejo que nós mulheres possamos nos descobrir, redescobrir e termos a liberdade e o poder de ser quem, no fundo, já somos.

Quer teclar? Sobre relacionamentos virtuais

Aos 14 anos, esperava ansiosamente pelo sábado, quando, a partir das 14 horas, eu poderia acessar a internet pelo computador do meu primo mais velho. Sinto uma enorme nostalgia ao lembrar o som de acesso à internet discada. Depois de conectada, na companhia de uma prima ainda mais nova que eu, abria o mIRC e esperava que alguém iniciasse uma conversa privada.

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Depois das perguntas básicas, nome e idade, nós contávamos coisas como onde estudávamos, em que bairro morávamos, chegamos até a bater fotos pra colocar na rede. Hoje fico feliz pelo fato de que nós mentíamos pra caramba nesses chats! Já pensou o perigo?! Nessa época, eu desconhecia a palavra pedofilia e ainda nem tinha beijado na boca.

Depois do mIRC, minhas conversas virtuais passaram para as janelas de MSN, já no meu próprio computador, com pessoas que eu conhecia, depois de já ter beijado na boca, mas ainda com internet discada. Quantas vezes teclei madrugada a dentro com o paquera da faculdade? Quantas DR’s tive com meu primeiro namorado naquela janelinha azul? Mas o MSN, como quase tudo que é bom, veio e se foi.

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Coloquei banda larga em casa, terminei com meu primeiro namorado, terminei com meu segundo namorado e há mais de três anos estou solteira nessa vida bandida. De lá pra cá, os smartphones tomaram conta da minha experiência online. Passo o dia inteiro com o celular a uma distância segura, acompanhando as notificações com atenção. E foi no meu smartphone que, em 2015, eu resolvi instalar o Tinder!

Existe relacionamento no Tinder

Logo quando o Tinder virou febre, eu não me interessei em baixar o aplicativo, na verdade, sou uma retardatária na corrida pelos matches. Simplesmente achei que não combinava comigo. Um dos meus melhores amigos passava horas no app e, em um dos nossos encontros, ele me deixou dar uma olhada e ajudá-lo a distribuir likes e dislikes. Depois disso, confesso que fiquei intrigada com o aplicativo, mas complemento a confissão com o fato de que decidi não baixa-lo por morrer de vergonha do que as pessoas (o amigo recentemente citado, por exemplo) iriam pensar e falar.

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Ano passado, liguei o foda-se e baixei o Tinder, mas o nosso relacionamento não tem sido fácil desde então. Na minha primeira conta do Tinder (porque eu já tive umas quatro), conheci um rapaz do Rio de Janeiro que estava morando no Ceará em uma temporada a trabalho. Nossa, como eu pensei que tinha encontrado minha alma gêmea! Sério, gente, não ri! HAHAHA. Ok, pode rir, até eu acho graça das minhas histórias…

Mas voltando para a minha alma gêmea, depois da troca de mensagens no chat do aplicativo, começamos a nos falar por whatsapp (onde todos os relacionamentos se desenvolvem atualmente) e, um belo dia, nos conhecemos. Ele não era minha alma gêmea! Nem o segundo… Muito menos os que vinham com conversas escalafobéticas (sempre quis usar essa palavra oficialmente), cujo teor eu manterei em sigilo mas aposto que você já imagina.

Nem tudo está perdido

Não tive apenas experiências ruins com o Tinder. Sabe aquele crush para quem você sempre quis se declarar? Pois é, o meu estava lá e deu match! Não uma, mas três vezes. Agora adivinha o desfecho dessa história de (des)amor… Ela não deu em nada! Continuo com a mesma paixonite aguda e completamente platônica.

Mas, assim como Terezinha, o terceiro e o último rapaz que conheci no Tinder foi aquele que poderia ter rendido uma história bacana. Ao contrário do primeiro, eu achei ele um chato de galochas, até que a gente se conheceu e eu pude descobrir que ele é uma pessoa adorável (outra palavra que sempre quis usar oficialmente). Você deve ter percebido pelo “poderia ter rendido uma história bacana”, que não rendeu! Mas nem tudo é perfeito, concorda?

O fim do Tinder

A primeira vez que excluí o aplicativo

Dei um superlike (quando a pessoa pode ver que você curtiu o perfil dela) em um conhecido SUPER sem querer! Exclui o aplicativo na hora do desespero e, logo depois, fiz uma nova conta para saber se começava do zero. Começa!

A segunda vez que excluí o Tinder

Estava conversando com duas pessoas, já no whatsapp, e eles sumiram do mapa. Fiquei PUTA! Excluí essa baixaria.

A terceira vez que excluí o Tinder

Meu crush já estava me ignorando pela terceira vez e eu comecei a reforçar a ideia de que esse tipo de ferramenta não é adequada para mim.

A quarta vez que excluí o app

É, não é pra mim. Excluí e ainda não voltei. #rehab

Moral dessa história

Eu tenho certeza que é possível encontrar gente bacana no Tinder (basta saber que eu e meu crush estávamos lá), mas a maioria dos caras que conheci não queriam o mesmo que eu, ou simplesmente não combinavam comigo. Cada caso é um caso, né? Sei de gente que namora o match do Tinder, gente que casou com o match do Tinder! Então, se você tiver vontade de baixar o aplicativo, ligue o foda-se e baixe mesmo! E se não gostar, exclui a conta, amiga! É super fácil! De uma forma ou de outra, tomara que você tenha muitos matches, conheça muita gente interessante, converse, beije na boca, faça coisas escalafobéticas, enfim, o que você estiver afim de conseguir por lá.

Pra terminar esse post que já está bem longo, fica aqui um conto de fadas dos tempos do Tinder.

Tempo: quem manda no seu?

O poder da escolha: Mudar e ter sucesso depende apenas de você. Esse é o título do primeiro capítulo do livro A Tríade do Tempo, publicado em 2008 pela editora Sextante. O livro foi escrito por Christian Barbosa, considerado o maior especialista em gestão do tempo no Brasil, e, logo no primeiro tópico, cumpre o papel de nos responsabilizar pela nossa própria vida, ações e resultados.

Responsabilidade

Não vou me prolongar muito sobre detalhes do livro, mas ressalto esse tópico pra compartilhar com vocês a lição mais valiosa que aprendi sobre o tema: Quem manda no MEU tempo sou EU! Continue reading